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Vida após o divórcio


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TEMPO DE REFLETIR 2084 – 15 de setembro de 2019

II Coríntios 1:4: “É Ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus”.

O divórcio se tornou uma epidemia que não poupa ninguém, nem mesmo os pastores. O pastor André (pseudônimo), que durante 20 anos de trabalho ajudou as famílias de suas igrejas a desfrutarem bem-estar conjugal e familiar, e testemunhou a devastação causada pela separação, jamais imaginou que um dia seu lar também seria atingido.

Ele se achava imune a essa praga: “O divórcio pode destroçar outros lares, não o meu. Eu e minha esposa nos damos muito bem.” Mas ele aprendeu por experiência própria que nenhum casamento está completamente fora de perigo. Certo dia, a esposa lhe abalou a confiança, dizendo: “Quero me separar de você!”

Resultado: lágrimas, sofrimento e insônia. Ele conta: “No primeiro ano após o divórcio eu passava horas caminhando sozinho à noite, tentando acalmar as emoções que se agitavam dentro de mim. Às vezes eu caminhava até ficar exausto. Quando finalmente me acalmava, eu podia ouvir a voz suave de Deus, trazendo-me segurança e paz. Deus nunca me abandonou. Ele nunca me acusou dizendo: “Você estragou tudo, André. Foi falha sua!” Não, em vez disso ouvi a mensagem de Seu amor perdoador que tantos outros quebrantados servos de Deus ouviram antes de mim: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei” (Hb 13:5).

Quanto tempo leva a recuperação? De três a cinco anos, segundo muitos especialistas. E é importante, nesse período crucial, encontrar o apoio de amigos, bem como procurar aconselhamento, juntar-se a um grupo de apoio a divorciados, se possível, e fazer uso construtivo de sua experiência, ministrando a outras pessoas que também estão na mesma situação.

Diz o apóstolo Paulo: “É Ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus” (2Co 1:4). Ou seja: a melhor maneira de suportar o sofrimento é utilizá-lo como um instrumento para comunicar o amor de Deus aos outros.

Quando isto é feito, algo assombroso acontece: tanto o doador como o receptor experimentam alívio e cura. E o pastor André conclui seu testemunho, dizendo: “Não tenho a menor ideia de como isto acontece. Mas sei que é uma realidade, porque aconteceu comigo.”

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:

Pai, nesse momento quero orar por aqueles que enfrentam a dor, o sentimento de culpa, de perda, porque estão passando ou já passaram por um divórcio. Que o Deus consolador os ajude nesse momento. E aqueles, Pai, que estão na luta, pensando em divorciar, por favor, Pai, que a Tua graça os faça refletir, repensar, rever, renovar os votos – e recomeçar! Por favor. Em nome de Jesus, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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