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TEMPO DE REFLETIR – 7 de abril de 2014

“Perguntou-lhe Natanael: De Nazaré pode sair alguma coisa boa? Respondeu-lhe Filipe: Vem e vê.”  João 1:46

O nosso texto apresenta hoje uma pergunta e uma resposta. Ambas, vêm de homens sinceros e bons. Natanael, um devoto nativo, Filipe, um honesto discípulo de Jesus. Mas Natanael era uma pobre vítima do preconceito. Se Filipe houvesse dito que Jesus vinha de Roma ou de Jerusalém, então Natanael O teria aceitado sem problemas, mas, Nazaré? Podia sair algo bom daquela pequena e suburbana cidade?

Existem hoje multidões morrendo por falta de Jesus em sua vida. Precisam dEle, mas vivem amarrados a preconceitos dos quais não se podem ver livres.

O preconceito tem muitas raízes. Às vezes, somos preconceituosos por ignorância. Não conhecemos o assunto, mas também não queremos saber. Simplesmente o condenamos. Outras vezes somos preconceituosos porque fomos educados assim; as tradições ocupam o primeiro lugar, podemos até enxergar uma nova luz, mas temos medo porque fomos educados de outro jeito.

Às vezes, o preconceito nasce do orgulho. Consideramos nossas opiniões superiores à opinião dos outros, e não estamos dispostos a ceder nem um milímetro. Finalmente, podemos ser vítimas do preconceito porque não saíamos do círculo de amigos, autores e pessoas que pensam igual a nós.

Qual é o grande remédio contra o preconceito? Filipe disse a Natanael: “Vem e vê”. Investigue por você mesmo. Analise e emita seu juízo a partir da investigação e não a partir do que você pensava com antecedência.

Em um de seus livros o Pastor Bullón conta o seguinte: “Muitas vezes tenho achado em meu caminho pessoas preconceituosas. Tenho dialogado com elas. Às vezes são pessoas frias, calculistas, tentam ridicularizar, como aquele locutor de rádio que me entrevistou no seu programa e tentou durante 30 minutos levar-me ao ridículo. A entrevista terminou e ele tinha feito perguntas que não estavam no script; tinha sido de certo modo desonesto comigo, mas com um sorriso ‘inocente’ disse: ‘Desculpe, nós jornalistas, somos assim, esse é o nosso trabalho.”

Bullón olhou bem fixo nos olhos dele e disse: “Você não acredita em nada do que disse durante seu programa. Você não é feliz, não pode ser feliz sem Cristo. Lá no fundo de seu coração você sente o vazio que dói, você sente isso em sua vida familiar, quando chega a noite e tem a impressão de que a vida não tem sentido. Por que fugir dEle? Ele o ama, você é a coisa mais linda que Deus tem neste mundo, por que negá-Lo? Você quer que eu faça uma oração por você?”  Ele aceitou, e na metade da oração saiu, depois voltou com os olhos cheios de lágrimas e disse: “Desculpe, é muito forte para mim, por favor desculpe, sinto muito, de verdade”.
“Vem e vê”. É você um homem amarrado a preconceitos? Condena o que não sabe e critica o que desconhece? Então, vem e vê.

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-> Texto: Baseado em um texto do Pr. Alejandro Bullon
-> Música: Nova Voz, “Cercou meu coração”
-> Narração: Amilton Menezes

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