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Uma fortuna eterna


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TEMPO DE REFLETIR 1636 – 24 de junho de 2018

“Tu, ó Deus, bem conheces a minha estultice, e as minhas culpas não Te são ocultas” (Salmo 69:5).

Faz alguns anos, em uma das populosas cidades da Índia, um táxi em alta velocidade atropelou um menino de rua. Um oficial do governo que testemunhou o acidente levou o menino ferido para o hospital mais próximo, onde ele recuperou-se gradualmente.

Todos os dias, o oficial e sua esposa visitavam o seu jovem amigo, ficando bastante apegados a ele. Uma vez que ele não tinha família, decidiram adotá-lo. Ao ter alta do hospital, com muita alegria, eles trouxeram-no para sua mansão como se ele fosse um membro da família.

Todos os dias, a mãe trazia o seu filho para o hospital para que os curativos fossem trocados. Uma manhã, ela viu-se muito ocupada e perguntou ao menino se ele podia ir ao hospital sozinho. “Claro que sim”, ele respondeu orgulhosamente. “Conheço bem as ruas desta cidade.” A mãe deu-lhe 1,25 dólar para que pagasse o médico, e, com um sorriso e um beijo, despediu-se do menino.

O menino dirigiu-se para o hospital. Então, apenas dobrou a esquina, e uma tentação passou por sua mente. Ele parou, abriu a mão e olhou para as moedas reluzentes. Nunca antes ele tivera tanto dinheiro nas mãos. Por que teria que dá-lo para o médico?

Por um minuto ele ficou pensando. Então, tomou uma decisão. Apertando as moedas, o menino saiu correndo rua abaixo, e nunca mais foi visto. O pai que ele abandonou tinha uma riqueza considerável. Todos os seus filhos tinham feito alguma faculdade e, posteriormente, ocupariam altos cargos no governo ou em empresas privadas. Ele planejara dar ao seu novo filho todas as vantagens, e até mesmo fazê-lo um herdeiro da fortuna da família. Mas aquele garoto jogou tudo isso fora por 1,25 dólar.

Por vezes, nós também abrimos mão de muito por tão pouco. Ficamos agarrados às moedas da desobediência e fugimos pela rua dos prazeres sensuais. Deixamos uma fortuna eterna para trás por causa de uns poucos adornos terrestres. Escolhemos o terrenal em detrimento do celestial, o presente em detrimento do eterno. Enquanto isso, nosso Pai celestial, com coração partido, ainda almeja dar-nos muito mais. Somos herdeiros da fortuna da família. Nunca nos esqueçamos disto.


-> Música: Quarteto Está Escrito, “Viver por Jesus”
-> Narração: Amilton Menezes


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