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TEMPO DE REFLETIR – 7 de junho de 2013

A vida estava nEle e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. João 1:4, 5

Cristo foi o fundamento de todo o sistema de adoração judaico, no qual a viva realidade esteve representada – a manifestação de Deus em Cristo. Por meio do sistema sacrifical, as pessoas podem contemplar a personalidade de Cristo e ansiar pelo divino Salvador. No entanto, ao Se revelar entre eles, representando o Deus invisível – pois “nEle, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Cl 2:9) –, não foram capazes de discernir Seu caráter divino devido à falta de espiritualidade. Os próprios profetas haviam predito que Ele seria o Libertador. […] Apesar de Seu caráter e missão terem sido claramente delineados; apesar de vir para os Seus, os Seus não O receberam. Algumas vezes, a divindade irradiava através da humanidade; a glória escapava através do corpo carnal, gerando uma expressão de homenagem por parte de Seus discípulos. Não foi senão depois da ascensão de Cristo para Seu Pai e do derramamento do Espírito Santo sobre os crentes que os discípulos reconheceram plenamente o caráter e a missão do Salvador. Depois de receberem o batismo do Espírito, começaram a perceber que haviam estado na presença do próprio Senhor da glória. À medida que as declarações de Cristo lhes eram trazidas à memória, o espírito deles se abria para compreender as profecias e entender os milagres que Ele operara. […] Os discípulos eram então, aos próprios olhos, de muito menos importância do que antes de haverem reconhecido isso. Nunca se cansavam de repetir as palavras e as obras dEle. Muitas vezes eram tomados pelo remorso de sua estupidez, descrença e mal entendimento ao relembrarem as lições do Mestre, as quais não haviam compreendido senão imperfeitamente ao serem proferidas por Ele na presença deles, e agora vinham-lhes como nova revelação. As Escrituras se tornaram um novo livro para eles. […]

Os discípulos se recordaram do que Cristo havia dito: “Santifica-os na verdade; a Tua palavra é a verdade” (Jo 17:17).

A Palavra deveria ser seu guia e dirigente. Ao estudarem os discípulos os escritos de Moisés e dos profetas que testificam de Cristo, foram postos em comunhão com a Divindade, e aprenderam novamente de seu grande Mestre que ascendera ao Céu para completar a obra que havia iniciado na Terra (Review and Herald, 23 de abril de 1895).
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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Art’Trio, “Tua palavra”
-> Narração: Amilton Menezes

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