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Religião que embrutece


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21-hipocrisia

TEMPO DE REFLETIR 629 – 21 de setembro de 2015

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas! Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo!” (Mateus 23:23 e 24).

Nem toda religião é piedosa. Nem toda religião é cristã. Nem toda religião é prestativa. Para algumas pessoas, seria melhor não ter religião, ou pelo menos, não o tipo de religião que têm.

Isso se aplica de modo particular àqueles cuja religião os torna mais rudes. Alguém pode pensar nos reformadores de saúde que se indispõem contra membros da família ou amigos que não são tão rigorosos quanto eles. Ou nas pessoas que explodem quando seus “momentos de meditação” sobre a vida de Cristo são interrompidos. Pode-se ainda imaginar a cena do purista doutrinário que se torna menos amável quando alguém discorda dele num ponto de sua crença ou interpretação bíblica.

Tais pessoas se embruteceram pela assim chamada religião. Elas estão caminhando na direção errada. Estão se afastando de Jesus.

Não me entenda mal. Reforma de saúde, uma vida de fiel devoção e doutrinas corretas são importantes.

“Por quê?”, pareço ouvir alguém perguntar.

Porque as pessoas doentes se tornam resmungonas e acham difícil demonstrar misericórdia total aos demais. O verdadeiro propósito da reforma de saúde é preparar-nos para viver melhor uma vida de misericórdia. O mesmo pode ser dito acerca do estudo devocional. Aqueles que andam com Jesus devem ser os que agem da maneira mais semelhante a Ele. E a exatidão das doutrinas deve ajudar-nos a compreender melhor o amor de Deus, para que o experimentemos ao máximo.

Mas quando qualquer dessas assim chamadas experiências religiosas em nosso estilo de vida nos endurecem tanto que nos tornamos menos misericordiosos e mais rudes, perdemos de vista o que é cristianismo – não parcialmente, mas totalmente.

A religião de Jesus nos tornará mais misericordiosos e não mais rudes. Se não tiver esse efeito, estamos conectados na experiência errada – seja o que for que tenhamos, não é a religião de Jesus.


Ficha Técnica:
-> Texto: George R. Knight
-> Música: Melissa Barcelos, “Além da palavra”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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