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Rei dos reis


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ENCONTRO COM AS PROFECIAS 259

Estamos nos aproximando dos últimos momentos da história deste mundo. O caos social, político e religioso é a marca desse momento. Esse é um dos capítulos mais fascinantes do Apocalipse. No capítulo dezessete, Babilônia aparece com toda a sua glória e esplendor a todo o mundo. No capítulo dezoito, ela e suas filhas são desmascaradas diante de todo o Universo, e um grande apelo é feito para que todos deixem Babilônia, porque ela vai cair. No capítulo dezenove é descrita de uma forma extraordinária a vitória de Cristo sobre todos aqueles que se colocaram em oposição a Ele ao longo da história. É a vitória de Cristo e de Seus aliados contra os poderes satânicos e seus aliados.

Hoje vamos estudar Apocalipse 19:16 – “Tem no seu manto e na sua coxa um nome inscrito. REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.”

Em que contexto esse título foi dado? Todo o capítulo dezenove homenageia a Cristo. João inicia mostrando que ouviu uma grande voz do céu, que dizia: Aleluia (19:1). Todo o céu se uniu em um grande coral para apresentar um cântico de louvor a Cristo.

“Este cântico de louvor a Deus será imediatamente depois de que se haja completado a obra do sétimo anjo, que é portador das pragas… este hino se cantará em um momento imediatamente anterior à aparição de Cristo” (C.B.A.S.D. vol. 7, p. 884).

Há um fato interessante entre o capítulo dezoito e o dezenove. No dezoito os ímpios, os reis e mercadores pronunciam três “ais”, ao perceberem a queda de Babilônia (18:10, 16 e 19), e no dezenove aparecem os anjos louvando a Deus e pronunciando três vezes a palavra “aleluia” (19:1, 3, 6).

A palavra “ai” é usada em momentos que traduzem muita dor, tristeza e decepção. A palavra “aleluia” é usada em momentos onde o prazer, o contentamento e a alegria tomam conta de todos. É uma manifestação poderosa de satisfação com o que está acontecendo.

Na terra, um grupo sofre os efeitos das sete pragas, e no céu há júbilo porque o grande conflito terminou e Cristo foi o grande vencedor desse combate. Cada um de nós tem que escolher hoje as palavras que vai usar no final de todas as coisas. Podemos usar “ai” ou “aleluia”. Podemos estar tomados de pavor, medo e dor ou cheios de esperança e alegria porque nosso Senhor é o vencedor e nós venceremos com Ele.

Depois desse hino de louvor, o profeta apresenta a preparação que o céu fará para as bodas do Cordeiro. A idéia que João está passando numa figura de linguagem é que vai haver um casamento. Todos nós sabemos como funciona um casamento. Há três coisas que são indispensáveis: o noivo, a noiva e os convidados.

Para a ceia do Cordeiro, todos são convidados. Não há limite de convites. “O espírito e a noiva dizem vem” (Apocalipse 22:17). Cristo é o noivo, mas quem é a noiva? “Babilônia, utilizada no Apocalipse como símbolo da falsa religião, foi outrora uma cidade real. A noiva do Cordeiro, a Nova Jerusalém – também uma cidade real – é usada no Apocalipse para simbolizar todo o grupo de seres humanos que decide confiar em Deus e servi-Lo em amor, lealdade e santidade. Suas vestes de linho finíssimo, seus trajes nupciais, são um símbolo dos atos de justiça dos Santos” (C. Mervyn Maxwell. Uma Nova Era Segundo as Profecias do Apocalipse. 3ª ed. 2002, p. 488).

“A esposa do Cordeiro é a grande cidade santa de Jerusalém. A Nova Jerusalém será a capital da Nova Terra, e a representante dos reinos do mundo, que têm servido ao nosso Senhor Jesus Cristo. Na Nova Jerusalém estará o jardim do Éden, no qual estará a árvore da vida. Estas bodas consistem em que Cristo receberá o Seu reino, representado pela Nova Jerusalém e a sua coroação como Rei dos reis e Senhor dos senhores nos céus, quando finalize seu ministério sacerdotal, antes que se derrame as sete pragas” (C.B.A.S.D. vol. 7, p. 885).

João estava encantado com o que estava ouvindo e vendo, e até quis prestar reverência a quem tinha mostrado todas essas coisas. Quis adorar o anjo Gabriel (19:10), mas imediatamente foi contido pelo anjo que o lembrou de um princípio fundamental do cristianismo. “Prostrei-me ante a seus pés para adorá-lo. Ele, porém, me disse: Vê, não faças isso; sou conservo teu e de teus irmãos que mantém o testemunho de Jesus; adora a Deus. Pois o testemunho de Jesus é o espírito de profecia” (19:10).

Os olhos do profeta se voltam para uma outra cena. É o momento que Jesus deixa o céu e volta a terra. Ele vem com o Seu manto e nele está escrito: “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES”. Os versos 11 a 18 do capítulo dezenove descrevem com muitos detalhes o retorno de Jesus. Ele vem como um grande general montado em seu cavalo branco.

Essa profecia é mais uma que ainda não se cumpriu, porém, em breve o Filho de Deus deixará o céu mais uma vez e virá a esta terra buscar Seus filhos que foram seqüestrados por Satanás e até hoje são feitos seus reféns. Em breve todos nós seremos libertados do cativeiro pelo Rei dos reis e Senhor dos senhores e então participaremos da ceia das bodas do Cordeiro.

Tudo está praticamente pronto. E você? Também está pronto? Creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

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