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Quinta e sexta pragas


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ENCONTRO COM AS PROFECIAS 255

Hoje vamos estudar a quinta e a sexta pragas do Apocalipse. Comecemos pelo capítulo 16:10 e 11 – “Derramou o quinto a sua taça sobre o trono da besta, cujo reino se tornou em trevas, e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam e blasfemavam o Deus do céu por causa das angústias e das úlceras que sofriam; e não se arrependeram de suas obras.”

Os juízos de Deus, nas quatro primeiras pragas, caíram sobre pessoas. Quando a salvação era oferecida em todos os cantos do planeta, ela e seus mensageiros (anjos do Apocalipse 14), foram desprezados e ridicularizados. A mensagem do sábado foi rejeitada e o domingo foi aceito como sendo o dia santo pela maioria. Escolheram o selo da besta e desprezaram por completo o selo de Deus. Agora chegou a hora de Deus acertar as contas com esse poder que sempre lhe esteve em oposição.

A santificação do domingo representa toda a autoridade humana, e a santificação do sábado toda a autoridade divina. Por trás da santificação desse falso dia de adoração está um grande poder, e esse é agora o alvo do quinto juízo divino.

A profecia diz que o quinto anjo derramou toda a sua taça sobre o trono da besta. Desse trono sempre partiram ordens, que em sua maioria contrariavam o que Deus falou. Uma das ordens que mais claramente mostra a arrogância desse poder é a mudança da lei de Deus.

Os estudiosos do Apocalipse afirmam que “o trono da besta é a sua sede. A besta representa em primeiro plano o líder da igreja romana em seu estado atual, mas não somente no seu aspecto religioso, mas principalmente em seu pretendido papel de potência mundial que domina outras potências do mundo” (C.B.A.S.D. vol. 7, p. 855).

Essa sede de poder político e religioso será o alvo da quinta praga. Esse poder que sempre se proclamou portador da maior luz, agora sofre um duro golpe diante de seus súditos. Ao invés de luz, tem trevas. Não há luz longe de Jesus e de Sua Palavra. Esse poder trocou a Bíblia pela tradição, trocou a intercessão de Cristo pela intercessão de Maria ou dos santos. Assumiu a pretensão de perdoar pecados, deixando a oferta de perdão oferecida por Deus.

Esse poder nunca teve luz, porque sempre rejeitou partes fundamentais da Palavra do Senhor. A besta, ou o poder paralelo, recebe um dos mais duros golpes. Trevas literais cobrem esse reino que ao longo de sua existência defendeu que era o único detentor de luz para o mundo cristão e político. Juntamente com as trevas vem o frio e o medo. O frio vem contrastar com o forte calor que foi sentido na quarta praga, e com as úlceras da primeira praga.  “As chagas da primeira praga não são fatais de imediato, pelo menos em alguns casos. As pragas caem sucessivamente e seus efeitos perduram” (Idem, pp. 856-857).

Na quinta praga haverá pessoas sentindo ainda os efeitos da primeira (Apocalipse 16:11). A sexta praga atinge o rio Eufrates. “Derramou o sexto a sua taça sobre o grande rio Eufrates, cujas águas secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vem do lado do nascimento do sol” (Apocalipse 16:12).

Há pelo menos duas explicações sobre o que significa o secamento do rio Eufrates. A primeira é literal. O rio Eufrates, que está localizado no Iraque, vai secar e haverá uma grande guerra entre Oriente e Ocidente. Essa teoria, porém, não é a mais aceita entre os estudantes da Bíblia. A segunda maneira de entender o secamento desse rio é que ele apenas representa um símbolo de algo maior.

“O rio Eufrates significava muito para a Babilônia antiga. Babilônia dependia dele para sobreviver. Às suas margens havia plantações. O rio atravessava a cidade, e em caso de guerra, Babilônia podia sofrer um cerco de muitos anos sem se preocupar. A água do rio Eufrates fornecia alimento e com o solo fértil junto ao rio… a agricultura era bem desenvolvida dentro dos muros inconquistáveis e intransponíveis para a época. O rio Eufrates significava vida para Babilônia. O dia em que o rio secou Babilônia foi conquistada e vencida. Sua destruição foi repentina e irreversível” (Vilmar E. González, Daniel e Apocalipse. 3ª ed. 1988, p. 269).

O secamento do Eufrates na sexta praga significa que as pessoas que até esse momento estiveram apoiando a grande Babilônia, agora vêem que estão erradas e retiram seu apoio (o rio seca). Quando o rio (apoio humano) deixar de existir a queda de Babilônia será inevitável.

Em primeiro lugar, as águas do rio tinham que secar para que o caminho para os reis do Oriente fosse preparado. O profeta João está usando como exemplo o que aconteceu na cidade de Babilônia nos dias de Daniel.

O caminho será preparado quando se retirar o apoio humano à Babilônia simbólica. “Este caminho é figurado, ou seja, o caminho que prepara a situação da terra para que Cristo e seus exércitos do céu triunfem sobre Babilônia… Os reis do Oriente representam a Cristo e os que O acompanham” (C.B.A.S.D. vol.7, p. 857).

Sim, Cristo virá do lado oriental para libertar Seu povo. E isso vai acontecer logo! Você está pronto para ir com Ele? Creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

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