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Quando as tentações se tornam pecado

Quando as tentações se tornam pecado


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24-03 TDR 814

TEMPO DE REFLETIR 814 – 24 de março de 2016

“Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz” (Tiago 1:14).

Joana tinha um problema com a honestidade. Ou seria melhor dizer que era um problema com a desonestidade? Bom, seja como for, ela era uma trapaceira. Ela era uma ladra. Mas um dia Joana encontrou-se com Alguém que fizera de um ladrão Seu último amigo sobre a Terra, e começou a travar conhecimento com Ele. Convenceu-se de que roubar era pecado; mas, além disso, convenceu-se de que durante toda a sua vida estivera separada de Deus, mesmo para os ladrões, e sentiu necessidade dEle. Entregou-se a Ele e se converteu.

Um dia Joana entrou numa mercearia. Ao chegar a um canto, notou que alguém deixara ali um carrinho de compras contendo uma bolsa aberta na qual havia uma carteira bem recheada, que podia ser apanhada com facilidade. Uma tentação! Ora, não é pecado deparar com uma bolsa relegada ao esquecimento. Até aqui, portanto, tudo estava bem para Joana.

Ela reconheceu imediatamente que isso era uma tentação. Compreendeu que estava tendo a oportunidade de roubar o dinheiro de alguém. Mas ainda não havia pecado. Reconhecer a tentação não é pecado. Jesus reconhecia que estava sendo tentado, mas nunca pecou. Sendo assim, Joana ainda mantinha o controle de si mesma.

Só havia duas possibilidades a ocorrerem em seguida. Se Joana confiasse nesse momento no poder de Deus e fosse dominada por Ele, seria repelida a ideia de roubar. Ela a consideraria repulsiva. E nesse instante obteria a vitória espontaneamente.

Entretanto, se naquele momento ela confiasse em seu próprio poder, sua reação interna seria a seguinte: “Que oportunidade!” Consentiria mentalmente com a tentação. Provavelmente faria alguns planos. “Quero ver se realmente não há ninguém aqui por perto. Eu poderia pegar a carteira e coloca-la no bolso do casaco…” Se esses planos seriam ou não executados, dependeria em grande parte da força de vontade dessa pessoa e do domínio próprio que ela conseguisse reunir. Porém, ela já pecou quando consentiu com o furto em sua mente. Já pecou, seja qual for a ação que praticasse.

A verdadeira vitória só provêm do interior, e ocorre espontaneamente quando confiamos no poder de Deus, e não no nosso poder.


-> Música: Duetos Novo Tempo (4), “Vitória”
-> Locução: Amilton Menezes

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