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Promover a paz requer nova atitude


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TEMPO DE REFLETIR 711 – 12 de dezembro de 2015

“Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por Minha causa achá-la-á” (Mateus 16:24 e 25).

Promover a paz, como mencionamos poucos dias atrás, não é uma atitude normal para o ser humano. A pessoa “normal” neste mundo se preocupa principalmente, e em primeiro lugar, com seu próprio orgulho e privilégios.

Como as pessoas estão me tratando? Estou recebendo minha justa porção? As pessoas demonstram o devido respeito por mim? Essas são as perguntas mais importantes. Essas são também as perguntas que destroem a paz e geram contenda.

Como resposta a essa linha de pensamento, Jesus aponta para a cruz.

A maioria de nós jamais terá de suportar uma cruz de verdade, mas todo cristão deve crucificar a natureza obstinada que, acima de tudo, deseja colocar o eu em primeiro lugar e fazer a própria vontade.

Para compreender o que Jesus queria dizer no texto de hoje, precisamos nos lembrar de que pecado, em seu sentido mais básico, é colocar no centro de nossa vida o próprio eu e a própria vontade, em vez de Deus e Sua vontade. Pecado é rebelião contra Deus por fazermos do eu o controle e foco central.

É o princípio de vida centralizado no eu, tão natural ao ser humano, que precisa morrer. Por isso, Dietrich Bonhoeffer falou ao coração quando escreveu sobre o que significa ser cristão, dizendo: “Quando Cristo chama alguém, Ele o convida a vir e morrer.”

Quando enfrento as reivindicações de Cristo face a face, ou preciso crucificá-Lo ou deixar que Ele me crucifique. Não há meio-termo. Felizmente, depois da cruz na vida da pessoa, vem o novo nascimento em Cristo.

O processo de tornar-se pacificador começa com essa crucifixão e novo nascimento. Sem essa experiência, seremos meramente membros de igreja teimosos, contenciosos ou egoístas – uma verdadeira catástrofe nos bancos da igreja. Passando por essa experiência, porém, nos tornamos servos do Deus Vivo e pessoas que amam seus semelhantes. Com isso, estamos no caminho que nos leva a ser pacificadores.

Ajuda-nos hoje, querido Pai, a encontrarmos a cruz, que é o início do processo que nos torna verdadeiros pacificadores cristãos.


Ficha Técnica:

-> Texto: George R. Knight
-> Música: Melissa Barcelos, “Autor da paz”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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