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Pontos de ancoragem


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TEMPO DE REFLETIR 1738 – 4 de outubro de 2018

“[Jesus] cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz” (Colossenses 2:14).

As seis horas da crucifixão de Jesus foram as mais críticas da história. Pois durante aquelas seis horas daquela sexta-feira, Deus colocou na Terra três pontos de ancoragem:

Ponto de ancoragem número 1: Minha vida não é fútil. Essa rocha segura o barco do seu coração. É um aperto firme na convicção de que existe verdade. Alguém está no controle e você tem um propósito.

Ponto de ancoragem número 2: Meus erros não são fatais. Não é que Ele ame o que você fez, mas Ele ama quem você é. Você é dEle. Aquele que tem o direito de condena-lo proveu uma saída para absolve-lo. Você comete erros. Deus não. E foi Ele quem criou você.

Ponto de ancoragem número 3: Minha morte não é definitiva. Existe uma outra pedra. A tumba que ela selou era a tumba de um visitante. Ele só entrou lá para provar que poderia sair. E, na saída, Ele levou a pedra consigo e a transformou num ponto de ancoragem. Ele a jogou fundo nas águas desconhecidas da morte.

Aqui estão eles. Os três pontos de ancoragem da cruz.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo: “Deus Pai, estou firmado na Tua verdade. Agradeço por minha vida não ser fútil. Agradeço por meus erros não serem fatais. E, acima de tudo, agradeço porque a morte não é definitiva. Espero ansiosamente pela vida contigo para sempre. Em nome de Jesus, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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