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Perdão limitado


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TEMPO DE REFLETIR 1519 – 27 de fevereiro de 2018

“Então, Pedro, aproximando-se, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes; mas até setenta vezes sete” (Mateus 18:21 e 22).

Vimos na última mensagem que Jesus não poupou esforços para fazer da reciprocidade do perdão um ponto de ênfase em Seu ensino do Sermão do Monte. Também vimos que Jesus ministra a mesma lição em Mateus 18.

Ali Pedro está aparentemente perguntando quantas vezes ele deveria perdoar outra pessoa. Mas será que era essa realmente a sua intenção? Era isso o que ele realmente queria saber?

Essas perguntas nos dirigem para a essência do problema da natureza humana, a essência da razão por que Jesus por três vezes enfatizou no primeiro Evangelho a questão de transmitir aos outros o perdão que Deus nos concede. O fato é que Pedro não está tão interessado na extensão do perdão como nos seus limites.

Pedro está, na verdade, indagando sobre os limites do amor e da tolerância cristãs. Afinal de contas, é tranquilizador saber até que ponto posso, com boa consciência, parar de amar meu irmão. Quero saber o momento em que cumpri minha cota moral de amor e perdão, para que eu possa, com a consciência limpa, dar às pessoas aquilo que elas merecem. As perguntas tipicamente humanas que subjazem à indagação de Pedro são: “Quando posso deixar pra lá? Quando tenho o direito de explodir? Quando posso dar o que você merece?”

A resposta de Jesus frustra todas essas perguntas. Sua resposta não é perdoar sete vezes, mas setenta vezes sete ou 490 vezes. Para falar a verdade, o cristão não tem limite para o perdão.

As boas novas são que o perdão que Deus me concede é ilimitado. Por outro lado, espera-se que eu seja tão propenso a perdoar você, como Deus é comigo. Essa é uma lição dura, mas importante. Jesus profere uma vívida parábola, conforme veremos na próxima mensagem, para sublinhar e fixar o aspecto saliente de Seu ensino.

Jesus parece realmente falar sério quando aborda a questão da reciprocidade do perdão.


-> Música: Eliel, “Inexplicável perdão”
-> Locução: Amilton Menezes


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