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O “sim” do cristão


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TEMPO DE REFLETIR 1285 – 8 de julho de 2017

“Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação” (Tiago 5:12).

Nessa passagem de hoje, Tiago está citando o sentimento de Jesus, expresso em Mateus 5:37. Os verdadeiros cristãos não necessitam jurar por isso nem por aquilo. Eles devem ter uma sólida reputação por falarem a verdade. Não devem usar esse tipo de sentenças legalistas que enganam as pessoas pela sutileza de suas palavras e deixam-nas pensar que estão dizendo uma coisa, quando na realidade estão dizendo o contrário. A conversa do cristão deve ser franca, honesta e transparente. Devemos ser capazes de confiar nos cristãos simplesmente por serem cristãos.

Em Mateus 5:33-37, Jesus rejeita toda aproximação alternativa para a verdade. Isto é, Ele rejeita a ideia de que alguns compromissos devem ser mantidos porque foram feitos sob juramento de forma específica, ao passo que outros compromissos deixam as pessoas envolvidas praticamente livres de obrigação, por não estarem vinculados a um juramento adequado.

Jesus está lutando pela integridade de todas as nossas palavras, quer sob juramento, quer não. Não é estável a comunidade em cujas palavras não se pode confiar.

Como cristãos, compreendemos que todas as nossas palavras são ditas e nossos compromissos feitos na presença de Deus. As palavras e ações do cristão são sagradas. Afinal, a conversa do cristão vem de uma pessoa que foi separada pelo Deus Vivo para um propósito santo (isto é santificação). A conversa do cristão é de alguém que nasceu de novo. A pureza de nossa conversa, a integridade de nossas promessas, a honestidade transparente da pessoa que somos, dão testemunho de que somos cristãos em nossos atos e não só de nome.

Assim sendo, os negócios do cristão devem ser as mais honestas transações comerciais que existem. Dão testemunho à comunidade de que somos cristãos. Quando Jesus disse que nosso sim deve ser sim, e nosso não, não, Ele estava afirmando que cada um de nós deve ser digno de confiança e honesto em tudo o que diz e faz.


-> Música: Débora Schimitz, “Muda o que há em mim”
-> Locução: Amilton Menezes

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