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O privilégio da confissão


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TEMPO DE REFLETIR 334 – 30 de novembro de 2014

“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecaste contra o Senhor; e sabeis que o vosso pecado vos há de achar” (Números 32:23).

Um jovem entrou apressadamente na delegacia. Alguém invadira sua casa e fugira com vários objetos de valor. De longe, ele ainda pôde ver o ladrão, e exigia que a polícia fizesse algo. O delegado de plantão mostrou-lhe um álbum e o ajudou a examinar aquelas páginas cheias de fotos de pessoas com passagem pela polícia.

De repente, o oficial disse: “Espere um pouco!”, e examinou cuidadosamente uma das fotografias. Olhou para o rosto do homem e para a fotografia. “Este aqui é você!”, exclamou o oficial. “E há um mandado de busca e prisão contra você!” O zangado moço que fora à delegacia exigindo justiça era um criminoso procurado, que acabou sendo reconhecido.

Muitos criminosos não conseguem esconder-se para sempre. Mais cedo ou mais tarde, são capturados. É muito raro alguém cometer crimes repetidas vezes e não ser capturado. Com Deus, isso não é apenas raro; é impossível. O apóstolo Paulo fala a verdade quando declara categoricamente: “E não há criatura que não seja manifesta na Sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos dAquele a quem temos de prestar contas” (Hb 4:13).

À luz da onisciente presença de Deus, todos os pecados são expostos. Não conseguimos ocultá-los. Uma vez que Deus já conhece os pecados escondidos, pede que os confessemos abertamente, agora, para que sejam cobertos no dia do julgamento. Davi orou: “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto” (Sl 32:1).

A escolha é clara. Ou escondemos pecados agora, só para tê-los expostos diante do Universo, para nossa condenação, no dia do juízo, ou os confessamos, para que Jesus nos cubra com Seu perdão. Um Deus amoroso, com o coração cheio de misericórdia, nos convida a levar-Lhe nosso fardo de culpa, a fim de sermos aliviados.

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-> Autoria: Mark Finley
-> Música: Montano de Barros, “Hoje eu me entrego”
-> Narração: Amilton Menezes

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