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O poder convincente de Jesus


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TEMPO DE REFLETIR – 19 de junho de 2013

Muito se maravilhavam da Sua doutrina, porque a Sua palavra era com autoridade. Lucas 4:32

A missão de Jesus foi demonstrada por meio de milagres convincentes. Sua doutrina maravilhou o povo. Ela não consistia do palavreado contraditório dos escribas, cheio de misticismo, sobrecarregado de formas absurdas e exigências destituídas de significado; era, porém, um sistema de verdade que satisfazia as necessidades do coração. Seus ensinos eram simples, claros e abrangentes. As verdades práticas que proferia tinham um poder convincente e prendiam a atenção do povo. Multidões se demoravam ao Seu lado, maravilhadas com a sabedoria dEle. Seu modo de ser estava em harmonia com as grandes verdades que proclamava. Não usava palavras de desculpa ou hesitação, e não havia sombra de dúvida ou incerteza de que Ele pudesse ser outro, exceto quem Se declarava. Ele falava de coisas terrenas e celestiais, humanas e divinas, com firme autoridade; e “estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade” (Mt 7:28).

Ele declarou ser o Messias, mas o povo não O recebeu, embora tenha testemunhado Suas obras maravilhosas e se admirado de Sua sabedoria. Ele não satisfez suas expectativas relativas ao Messias. O povo havia sido instruído a esperar pompa e glória no advento de seu Libertador, e a sonhar que sob o poder do “Leão da tribo de Judá” (Ap 5:5) a nação judaica seria exaltada à preeminência entre as nações do mundo. Com tais ideias, não estava preparado para receber o humilde Mestre da Galileia, apesar de Ele ter vindo exatamente como os profetas haviam predito que viria.

Por causa de Sua aparência humilde e despretensiosa, Ele não foi reconhecido como “a Verdade”, a “Luz do mundo”, embora tenha falado como nenhum outro homem jamais falara. Veio desacompanhado de uma comitiva de pompa e glória terrenas. Havia, no entanto, uma majestade em Sua presença que evidenciava Seu caráter divino. Suas maneiras, embora gentis e cativantes, eram dotadas de uma autoridade que inspirava respeito e admiração. Ao Seu comando, a enfermidade deixava o sofredor. O morto ouvia Sua voz e vivia; o sofredor se rejubilava, e o cansado e o sobrecarregado encontravam descanso em Seu compassivo amor. […]

O coxo, o cego, o paralítico, o leproso e os aflitos com os mais variados tipos de enfermidades achegavam-se a Ele, e Ele os curava. […] O Céu endossou Suas reivindicações com manifestações poderosas (Review and Herald, 6 de julho de 1911).

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Ana Caram, “Voz de Jesus”
-> Narração: Amilton Menezes

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