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O paradoxo do poder


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TEMPO DE REFLETIR – 16 de março de 2014

“De igual modo os principais sacerdotes com os escribas, escarnecendo, entre si diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se” (Marcos 15:31).

Pouco sabiam os principais sacerdotes haverem declarado o paradoxo central do poder espiritual. Pensavam haver exposto Jesus ao ridículo. Pelo contrário, expressaram a convicção mais profunda de Cristo acerca da vida. É claro, Jesus podia ter salvo a si mesmo. Mas Ele tinha vindo para salvar o mundo. Ele deu a sua vida em resgate por um mundo sofredor cativo pelo pecado.

Um paradoxo se compõe de dois fatos aparentemente contraditórios e que devem ser conservados juntos como partes inseparáveis de uma verdade básica. A afirmação dos principais sacerdotes apresentou dois aspectos da vida que Cristo viveu e nos chamou para viver. Devemos gastar a nós mesmos com os outros e confiar-nos a Ele.

Durante toda a última semana da vida de Jesus, espantamo-nos em constatar que Ele jamais se defendeu. Ele se preocupava com seus seguidores e com o cumprimento do plano de Deus e não com sua própria segurança.

Os cristãos são o povo de Deus, vulneráveis, e que não se defendem. Não desperdiçam energia estabelecendo planos de proteção inútil, longa e custosa. Essa é a prerrogativa divina. Cremos que Deus protege os justos com poder. Nosso propósito consiste em simplesmente cuidar dos outros sem pensar no custo.

O segredo da liberdade é o paradoxo do poder. Visto que o Senhor nos salvou, já não precisamos tentar salvar a nós mesmos. Tornamo-nos partes da estratégia que Ele tem para salvar os outros. Já não estamos sujeitos à necessidade de entesourar nosso tempo e nossa vida privada. Fomos abençoados além de todas as medidas a fim de sermos bênção. Nosso propósito é dar a nós mesmos em cuidado e participação.

Se o Senhor for nossa segurança máxima, não teremos necessidade de defender a nós mesmos. Estaremos firmes nos fortes braços de Deus.

Reflita sobre isso no dia de hoje…

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-> Texto: aPr. Alejandro Bullon
-> Música: Prisma Brasil, “Seguro nos braços de Deus”
-> Narração: Amilton Menezes

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