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O critério dos fariseus


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TEMPO DE REFLETIR 1990 – 13 de junho de 2019

II Coríntios 10:12: “Porque não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmos e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez”.

É extremamente fácil para as pessoas que levam a religião a sério, julgarem amigos, parentes e até mesmo membros de sua igreja que, do ponto de vista delas, parecem não ser bastante diligentes e zelosos em sua caminhada com Deus. Essa era a doença dos fariseus, embora o problema exista com certeza na igreja moderna.

Lamentavelmente, uma atitude como essa é fatal para a religião. A escritora Ellen White mostra que a satisfação das pessoas com suas próprias definições de ortodoxia e realizações religiosas cria uma “atmosfera de crítica egoísta e estreita [que] sufoca as nobres e generosas emoções, fazendo com que os homens se tornem egocêntricos juízes e mesquinhos espias” (O Maior Discurso de Cristo, p. 123).

Eis uma armadilha na qual é fácil de se cair, especialmente porque os que assim procedem geralmente são sinceros em suas crenças e zelosos em sua vida religiosa.

Parte do problema é que eles parecem estar mais preocupados com o que os outros estão fazendo, ou pensando, ou comendo, do que com o seu próprio desenvolvimento espiritual. Em consequência disso, quando leem a Bíblia ou qualquer escrito inspirado, acham que essa passagem se aplica a seu esposo ou esposa, e que aquela passagem se aplica a seu pastor, que obviamente (do seu ponto de vista) não está agindo certo. Conforme a autora observa, as próprias realizações deles tornavam-se a norma pela qual julgavam os outros. “Revestindo-se das vestes da própria dignidade”, sentavam-se na “cadeira de juízes para criticar e condenar.” – Ibidem.

Mas esse “modo de pensar” ou esses “mesquinhos espias” não conseguem compreender a veracidade do argumento de Paulo em Romanos 1 a 3. No primeiro capítulo, o apóstolo observa que os gentios são pecadores. Todos os judeus metidos a santos rapidamente diriam amém a isso. Mas a seguir, no capítulo dois, Paulo mostra que os judeus estão na mesma condição perdida. No capítulo 3 ele adverte que todos pecaram e precisam do sangue justificador de Cristo.

Moral da história para todos os mesquinhos espias: Cuidem de sua própria vida.

Façamos isso no dia de hoje e oremos agora:

Senhor Deus: Somente Tu és perfeito. Somos completamente perdidos sem a Tua graça. Por favor, arranca de nós esse desejo errado de julgar e condenar os outros, ou medi-los pelo nosso próprio entendimento. Por favor. Em nome de Jesus, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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