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O centro de controle


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TEMPO DE REFLETIR 645 – 7 de outubro de 2015

“Ouvi e entendei: não é o que entra pela boca o que contamina o homem, mas o que sai da boca… O que sai da boca vem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias” (Mateus 15:10-19).

No mundo da Palestina do primeiro século, pensava-se que o coração era muito mais do que um órgão do corpo humano que bombeava sangue. A palavra grega kardia é traduzida para o português como coração. É o que deu origem à palavra cardíaco e outros termos semelhantes.

Do começo ao fim da Bíblia, kardia é o centro dos motivos e atitudes das pessoas, bem como o centro da personalidade. Inclui ainda a mente e a vontade. Por isso, Jesus podia dizer: “Por que cogitais o mal no vosso coração?” (Mat. 9:4), e o sábio podia afirmar que “como imagina em sua alma [coração], assim ele é”. Prov. 23:7.

A Bíblia estabelece que o coração é o centro de controle da mente e da vontade, bem como das emoções. O coração é o manancial de onde fluem todas as demais coisas na vida de uma pessoa.

Como resultado, é de suma importância que o coração seja puro. Um coração impuro pode levar a uma vida impura; um coração puro, porém, resulta em uma vida em harmonia com os princípios divinos. O centro de controle é extremamente importante. “Bem-aventurados os puros de coração.”

Jesus transmitiu Seus ensinos a respeito do coração num mundo em que a espiritualidade das pessoas era julgada pelo seu exterior. A maneira como lavavam as mãos, como se vestiam e com quem comiam, se tornaram pontos pelos quais eram julgados. A religião se tornara exterior no entendimento dos judeus.

Não é muito diferente hoje. Inúmeros cristãos professos ainda avaliam outras pessoas pelas ações exteriores. E a sua vara de medir é com frequência a vara da tradição e da perspectiva humana usada pelos antigos fariseus. E isso acontece até entre os adventistas do sétimo dia.

Os ensinos de Jesus colocam um fim a todas essas formas de avaliação. Sua preocupação é o centro de controle. Se as coisas estiverem certas no centro, elas também estarão certas na periferia da minha vida.


Ficha Técnica:
-> Texto: George R. Knight
-> Música: Ana Beatriz, “Novo coração”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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