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Normais ou anormais?


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TEMPO DE REFLETIR 1306 – 29 de julho de 2017

“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus” (Romanos 7:22).

Os cristãos não são normais! Pelo menos não conforme o mundo define a pessoa normal. Vez após outra em nosso estudo do Sermão do Monte, observamos que cristianismo não é a soma da crença em Jesus e uns poucos bons hábitos na velha vida. Pelo contrário, a velha vida foi crucificada com Cristo e ressuscitou para uma nova maneira de pensar e agir. Mesmo as vidas consideradas boas precisam morrer para o orgulho e o preconceito. Cristianismo é uma vida transformada, uma nova criação, a experiência de um nascimento do alto. Qualquer coisa inferior a isso não é cristianismo.

Assim sendo, perguntamos novamente, o que é que envolve esse “de mais” mencionado em Mateus 5:47? D. Martin Lloyd-Jones, em seu excelente estudo do Sermão do Monte, provê alguns detalhes sobre esse assunto. Em primeiro lugar, o cristão convertido não pensa como os mundanos normais. A pessoa natural pode prestar obediência com murmurações, mas o cristão tem prazer “na lei de Deus”. Cristão é aquele que assimilou o espírito da lei de amor, não meramente sua letra.

Aqueles que se apegam à letra não chegam a atingir o verdadeiro significado do que é ser cristão. Por isso, uma segunda distinção entre pessoas “normais” e cristãos, é que a pessoa natural sempre pensa no pecado em termos de ações, coisas que fazemos ou deixamos de fazer. Em contraste, o cristão está interessado no coração. Esse tem sido o ponto principal de Jesus desde o versículo 20 do capítulo 5 de Mateus. Tanto o pecado como a justiça que “excede”, estão enraizados no íntimo do ser do cristão.

Mas essa justiça flui na vida diária de acordo com a lei de amor que excede em muito a dos fariseus e dos publicanos. Essa é a terceira distinção entre a própria “religião normal” e o cristianismo genuíno.

Uma quarta diferença entre os dois grupos é a atitude do cristão em relação a si mesmo. Enquanto a vida do mundano ou dos religiosos legalistas é impregnada de orgulho, o verdadeiro cristão tem a humildade de espírito e a fome e sede da justiça, que são a essência das Bem-aventuranças.

Os cristãos são realmente pessoas “mais do que” normais.


-> Música: Tom de Vida, “Sol da justiça”
-> Locução: Amilton Menezes

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