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Não se faça de vítima


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TEMPO DE REFLETIR 1477 – 16 de janeiro de 2018

“Ao segundo filho chamou Efraim, dizendo: ‘Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido’” (Gênesis 41:52).

Se José vivesse hoje, seria um candidato a fazer papel de vítima. Vendido pelos irmãos, tornou-se escravo no Egito. Tentou ser bom escravo, mas como não cedeu às insinuações da esposa do chefe, foi lançado na prisão. Ali tentou ajudar a muitos, mas foi esquecido por aqueles que foram colocados em liberdade.

Com tudo e por tudo que passou, José nunca olhava a si mesmo como vítima. Não há nenhum registro de uma só queixa que ele tenha feito atribuindo sua situação aos irmãos ou a Faraó. Não há nada escrito em que se deixe transparecer que ele se fez de vítima dizendo: “É… podia ser pior”, “Gostaria que fosse diferente, mas não é realmente o que eu queria. O que vou fazer?”, “Por que fizeram isso comigo?”

Daniel e seus três amigos hebreus também não aceitaram a condição de vítimas. Para eles, estivessem fazendo o trabalho que fosse – varrendo ou limpando o chão da “faculdade” – não era humilhação. Diziam apenas: “Estamos sendo provados para ver se vamos desistir de nosso sonho.” Não há registro de queixa dizendo: “Onde já se viu nos colocarem neste trabalho? Isso é trabalho de escravo, não de aluno! Merecemos mais do que nos deram! Ah, se eles soubessem do nosso potencial!”

Colocar-se em posição de vítima está em voga na sociedade hoje. Insistimos na ideia de que fomos prejudicados pelo professor, chefe de trabalho, supervisor e pela cultura. Acreditamos que alguém está sendo injusto conosco.

Você está se fazendo de vítima? Pergunte: “O que tenho é o que realmente quero, ou tomei o caminho mais fácil? Estou fazendo o curso que quero fazer ou fiquei com a segunda, ou terceira opção? Estou fazendo um trabalho de que não gosto? Por que estou permitindo isso comigo?”

Quando você se coloca como vítima, começa a dizer que seus direitos não estão sendo respeitados, que estão pisando em você, que não reconhecem seus talentos, que está sendo deixado de lado.

Deus nos chama para ser vitoriosos. Mesmo que tenhamos sido vítimas uma vez, podemos pedir a ajuda dEle para que nossos pensamentos nos ajudem a enfrentar os desafios sem nos diminuirmos diante deles.

Vamos enfrentar as situações desafiadoras não em nossas forças, mas confiantes naquilo que Deus tem feito até agora em favor de cada um de nós.


-> Música: Jônatas Ribeiro, “Silêncio de Deus”
-> Locução: Amilton Menezes


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