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TEMPO DE REFLETIR 1284 – 7 de julho de 2017

“Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno (Mateus 5:37, NVI).

Como devemos ler os mandamentos de Jesus a respeito dos juramentos? Devemos ler o texto literalmente pelo que, à primeira vista, parece dizer? Ou devemos interpretá-los à luz do Novo Testamento inteiro?

Essa pergunta é importante por duas razões. Primeiro, porque a muitos de nós será pedido, mais cedo ou mais tarde, que juremos dizer a verdade num tribunal de justiça, e muitos de nós já confirmamos os votos matrimoniais. Por isso, estamos lidando com algo bem prático em nossa vida diária.

A segunda implicação também é bastante prática. Tem a ver com a maneira como lemos as Escrituras. A lição que aprendemos da leitura de Mateus 5:33-37, bem como da sugestão de arrancar o olho no verso 29 do mesmo capítulo, é que a leitura absolutamente literal não concorda com o desígnio de Jesus.

O significado totalmente literal dos ensinos de Jesus acerca do juramento é que nunca devemos jurar. Muitos grupos religiosos adotam essa posição.

Mas essa interpretação literal não é apoiada pelo restante do Novo Testamento. “O próprio Jesus em Seu julgamento… não Se recusou a testificar sob juramento” (Ver Mt 26:63 e 64). “Houvesse Cristo no Sermão do Monte condenado o juramento judicial, em Seu julgamento haveria reprovado o sumo sacerdote, reforçando assim, para benefício de Seus seguidores, Seus próprios ensinos” (O Maior Discurso de Cristo, pág. 67).

Jesus não Se opôs ao juramento governamental, pelo contrário, notamos que os apóstolos fizeram juramento, e o próprio Deus jurou por Si mesmo, “visto que não tinha ninguém superior por quem jurar”.

A vida cristã é muito mais complexa do que simplesmente pegarmos uma prova de pré-impressão e a considerarmos como se fosse tudo o que Deus tivesse a dizer sobre o assunto. É preciso que tenhamos uma percepção equilibrada dos ensinos da Bíblia sobre determinado assunto, para que realmente compreendamos a vontade de Deus.

Ajuda-nos, Senhor, a nos tornarmos melhores estudantes da Tua Palavra, e intérpretes mais exatos da Tua vontade.


-> Música: Vocal Gênesis, “Dá-me palavras”
-> Locução: Amilton Menezes

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