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Fazer o bem sem olhar a quem


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TEMPO DE REFLETIR 114 – 24 de abril de 2014

Uma mulher viajava em seu carro em uma grande estrada nos Estados Unidos. Ao parar em um pedágio, disse com um sorriso: “Quero pagar o meu e o dos seis carros que estão atrás de mim”. Um após outro, os seis motoristas seguintes foram chegando ao posto de cobrança com o dinheiro na mão e ouvindo a mesma coisa do funcionário: “seu pedágio foi pago por uma senhora que já passou. Muito bom dia”.

A tal senhora tinha lido uma nota colada na geladeira de um amigo: “faça o bem sem olhar a quem, praticando atos irrefletidos de beleza”. Essas palavras ficaram na sua mente enquanto copiava.

Uma outra mulher, Judy Foreman, leu a mesma frase na parede de um armazém a 120 km de sua casa, em San Francisco. Como não conseguia esquecê-la, fez todo o percurso de volta para tomar nota dela com precisão. “Achei-a muito bonita”, disse, justificando o fato de escrevê-la no início de todas as suas cartas. “É como uma mensagem dos céus”. Frank, seu marido, que é professor, gostou tanto dela também que acabou afixando uma cópia da frase na sala de aula de seus alunos do 7º ano. A mãe de uma das alunas gostou e publicou no jornal regional onde trabalha.  Dois dias mais tarde, Anne Herbert, uma escritora de 40 anos, depois de remoer a frase durante alguns dias, a tinha escrito de repente na toalha de um restaurante. “A ideia é a seguinte”, disse ela. “Se você acha que determinada coisa devia acontecer com mais frequência, vá fazendo-a ao acaso. Tal como a violência, também a gentileza pode criar raízes e aumentar”.

A mensagem  “faça o bem sem olhar a quem, praticando atos irrefletidos de beleza” está se espalhando por todo o lado, em adesivos de para-choques, pelas paredes e em cartões de empresas. E, à medida que vai tornando conhecida o mesmo sucede com a visão guerrilheira da bondade. Os atos irrefletidos de beleza propagam-se. Alguém planta narcisos no acostamento de uma estrada. Um zeloso cidadão percorre as ruas recolhendo lixo. Um estudante remove pichações num banco de jardim. É uma anarquia positiva, uma desordem pacífica, uma doce agitação.

Há quem diga que é impossível sorrirmos sem nos alegrarmos. Do mesmo modo não podemos fazer algo belo sem sentirmos os nossos problemas um pouco mais suavizados, porque o mundo se tornou de fato um lugar um pouco melhor.

E não podemos ser beneficiários sem sentir uma agradável surpresa. Se você fosse uma das pessoas cujo pedágio tivesse sido pago, quem sabe o que não teria também lembrado de fazer por outra pessoa. Como todas as revoluções, a guerrilha da bondade começa lentamente, por um ato isolado. Tome a iniciativa você também, no dia de hoje. “faça o bem sem olhar a quem, praticando atos irrefletidos de beleza”!

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-> Texto: Autoria desconhecida
-> Música: Deise Jacinto, “O que Deus sonhar”
-> Narração: Amilton Menezes

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