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Esperança para um pecador intencional

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TEMPO DE REFLETIR 305 – 1 de novembro de 2014

“Levantar-me-ei e irei ter com meu pai” (Lc 15:18).

Na parábola do filho perdido temos o relato de alguém que estava no redil, mas decidiu – planejou – sair e perder-se, partindo para uma terra distante por sua própria escolha. Reconheceu então que se achava perdido, mas conhecia o caminho de volta. E durante todo o tempo o pai acompanhou-o, por assim dizer, com os seus binóculos, estando à sua espera no dia do regresso.

Assim, por meio dessa parábola, Jesus está demonstrando a bondade e ternura do Pai, dizendo: “Estamos a procura de qualquer tipo de pessoa. Estamos a procura de você!” Na realidade, essa é a ocupação de Deus e o objetivo do grande plano da salvação. O Deus que permitiu que nascêssemos, sem que tivéssemos qualquer opção nesse sentido, não é um Deus que nos deixará vaguear a esmo e ficar perdidos, quer saibamos ou não que estamos perdidos, quer conheçamos ou não o caminho de volta. Ele permanecerá conosco até aquele momento de realidade em nossa vida, quando, por nossa própria inteligência consciente e nosso raciocínio, pudermos aceita-Lo ou rejeita-Lo.

Como o filho pródigo, estamos fugindo da entrega pessoal. Estamos fugindo do momento da realidade em que enfrentamos a nós mesmos com a percepção de que somos incapazes para a vida e para lidar com as coisas da eternidade.

Uma das maneiras de fugirmos é por meio de simples azáfama. Achamos que temos de manter-nos ocupados, quer com livros ou estudos, quer com trabalhos ou prazeres. É possível que isto se torne um cômodo meio de fuga. E durante todo esse tempo Deus nos está seguindo bem de perto, ajudando-nos sem que o saibamos e guiando-nos sem que o percebamos.

Então há os pseudo-religionistas que desejam olvidar a Deus, mas não querem dar essa impressão, e passam, portanto muito tempo debatendo, dissecando e analisando a Deus, a Cristo e à religião. Provavelmente, há tantos meios para fugir de Deus como pessoas que estão fugindo.

Quando, porém, compreendemos que Ele está à nossa espera, podemos levantar-nos e ir ter com o nosso Pai. Ele virá ao nosso encontro. “Se te aproximares um passo que seja, em arrependimento, Ele Se apressará para cingir-te com os braços de infinito amor” (Parábolas de Jesus, p. 206).

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-> Autoria: Morris Venden
-> Música: Anderson Ramos, “Hoje é o dia de voltar”
-> Narração: Amilton Menezes

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