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Esperança para o pecador ignorante


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TEMPO DE REFLETIR 316 – 12 de novembro de 2014

“Buscar-Me-eis. e Me achareis, quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jeremias 29:13).

Em Romanos 3, Paulo declara haver pessoas que se acham iniludivelmente perdidas em sua incapacidade para buscar a Deus. Com efeito, disse ele: “Não há quem busque a Deus” (v. 11). Se quisermos busca-Lo, nós O acharemos se O buscarmos de todo o nosso coração, mas não há quem busque a Deus. Onde começa, então, a procura? Devemos buscar, mas ninguém busca.

“Se uma mulher que tem dez moedas de prata perder uma, vai procurá-la, não é? Para encontrar a moeda perdida, acende a lâmpada, varre a casa e procura com muito cuidado até achá-la. E quando a encontra, convida as amigas e vizinhas, e diz: ‘Alegrem-se comigo, porque achei a minha moeda perdida’. Pois digo que assim também os anjos de Deus se alegrarão por causa de uma pessoa de má fama que se arrepende” (Lc. 15:8-10, BLH).

Nesta história, sob o símbolo da moeda, Jesus nos está dizendo que é possível estar perdido sem ter conhecimento disso, e sem saber o caminho de volta. E o Senhor vai em busca dessa moeda perdida. Na figura empregada, ela perdeu-se dentro de casa, e não lá fora nas montanhas, e talvez até possamos dizer que ela se perdeu dentro da igreja ou na família. E achava-se perdida entre o lixo e o pó de uma antiga residência no Oriente Médio, mas a procura continua pois a moeda ainda é uma peça de prata. Ainda tem valor, e o valor de uma alma jamais pode ser superestimado à vista de Deus.

“Buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes…” Como? “De todo o vosso coração.”

É o senso de necessidade que estabelece a diferença. Este é o grande ponto de encontro. É o ponto em que encontramos a Cristo, e Ele a nós.

“O Senhor nada pode fazer para a restauração do homem enquanto ele, convicto de sua própria fraqueza e despido de toda presunção, não se entrega à guia divina. Pode então receber o dom que Deus está à espera de conceder” ( O Desejado de Todas as Nações, ed. popular, p. 283).

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-> Autoria: Morris Venden
-> Música: Fernando Iglesias, “Volta”
-> Narração: Amilton Menezes

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