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Encontrando o seu par


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12-06 TDR 894

TEMPO DE REFLETIR 894 – 12 de junho de 2016

“Esta é a minha oração: Que o amor de vocês aumente cada vez mais  em conhecimento e em toda a percepção” (Filipenses 1:9).

Até no dicionário a palavra “namorar” é rica em significado e entremeada de romance: “desejar ardentemente; inspirar amor; fitar (alguma coisa) de maneira insistente; atrair; procurar; conquistar; cativar”, etc. (Novo Dicionário Aurélio, 1980, Editora Nova Fronteira).

Namorar como um meio de descobrir e encontrar o parceiro é coisa nova na história da humanidade. Antes os casamentos eram arranjados. O namoro era feito na casa da moça. Depois, passou para encontros públicos, convite para sair juntos e para jantar. Hoje o processo é mais complexo e vai mudando com o tempo.

Deus é criativo demais para ter uma fórmula única para o encontro de duas pessoas. Essa atração é apenas uma “cola temporária” para avaliar a pessoa com quem estamos. Deve ser o tipo de pessoa para quem se possa olhar e dizer: “Obrigado, Senhor, pelo (a) namorado (a) que me deste”, e não se queixar dizendo: “Olha só, Senhor, o que caiu na rede”.

Existem amigos, rapazes e moças, que sonharam ser namorados, mas a luz nunca passou do amarelo para o verde para que o namoro começasse. Ficaram detidos no caminho por causa de pequenas diferenças que podiam ser superadas. É o grupo dos “mais que amigos e menos que namorados”. “Ah! Teria funcionado se não tivéssemos sido amigos antes, se fôssemos mais jovens, se morássemos mais perto, se ele não fosse tão liberal ou tão conservador, ou fosse mais cuidadoso na observância do sábado”.

Ao recomendar uma esposa para o filho Isaque, Abraão disse para seu servo: “Não me traga uma moça que acredita em coisas diferentes das que acreditamos”. Quer dizer, há lugares certos nos quais procurar uma pessoa para formar um par para o resto da vida. Essa é uma história simples, mas mostra como a orientação divina operou na vida de dois jovens quando o importante assunto do casamento estava em pauta.

O ideal de Deus é que você possa andar com o seu/sua namorado(a) na mesma direção espiritual: do contrário, você estará se arriscando. Se quando namora alguém da mesma fé você certamente enfrenta problemas, imagine se você se relacionar com alguém que não conhece os princípios cristãos.

“Se a direção divina em algum tempo deveria ser procurada em oração, é antes de dar um passo que liga pessoas entre si para toda a vida” (EGW, Mensagens aos Jovens, P. 465).


-> Música: Melissa Barcelos, “Meu coração é todo seu”
-> Locução: Amilton Menezes

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