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Ele carrega as cicatrizes


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TEMPO DE REFLETIR 1933 – 17 de abril de 2019

Apocalipse 5:6: “Então vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro que tinha sido morto”.

O aperto de milhares de mãos ao longo do ministério dá ideias sobre as profissões e interesses das pessoas. Nas classes operárias da Polônia, mãos grossas e musculosas se estendem. No Vale do Silício, na Califórnia, os delicados dedos da magia do computador se oferecem. A existência de trabalho de uma mãe se mostra em juntas curvadas e retorcidas. A timidez de uma criança estende seus dedos especulativos. O desinteresse de uma adolescente passa batendo de leve com apenas um toque.

Disse alguém: Mostre-me suas mãos e eu lhe mostrarei sua vida. Mãos gastas carregam a história do corpo escritas sobre elas. Mostram seus triunfos, derrotas e cicatrizes.

Jesus levou mãos de carpinteiro para a cruz. Elas podiam formar e moldar. Ele levou as mãos de um médico. Elas sabiam curar e salvar. Levou as mãos de um professor, de um mestre. Elas tinham ensinado e dirigido. Levou as mãos de um Filho. Elas obedeciam e guardavam a vontade do Pai.

Os cravos traspassaram e feriram aquelas mãos. Quando a ressurreição deu vida ao nosso Senhor, Suas mãos se tornaram fontes de poder infinito. Mas elas estão para sempre marcadas.

A visão de João coloca a Cristo no próprio centro da autoridade e poder divinos. Ao redor estão os ministros do poder de Deus. Assim a linguagem figurativa do Apocalipse liga os ferimentos do Calvário com o trono do poder. Por causa da Cruz, Jesus tem poder. Suas mãos são os instrumentos desse poder.

Mas nem tudo é visão e simbolismo e mistério. A visão de João o convida a pensar em sua própria necessidade de auxílio. Anjos, anciãos e seres viventes tornam a leitura estranha, mas o sentido prático. As mãos que foram para a cruz agora trabalham por aqueles que clamam por auxílio. Ele pode designar Seus ministros celestiais deste modo ou daquele para enviar assistência.

O Cordeiro ferido, marcado, com Sua morte, mostra a glória da cruz. Nesta visão Deus nos diz quanto o sacrifício significa para a realização do Seu plano. Ela também nos mostra onde devemos ir em busca de força e cura. As mãos práticas do Seu ministério, que tanto fizeram pelo povo da Palestina, esperam hoje para nos servir em nossa necessidade.

Reflita sobre isso no dia de hoje e ore comigo agora:

Obrigado, Pai, por Tuas mãos; mãos que através de Jesus alcançaram cada ser humano, oferecendo a salvação de graça. Que esse sacrifício seja reconhecido e aceito. Em nome de Jesus, amém!


-> Narração: Amilton Menezes


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