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Dizer e praticar


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TEMPO DE REFLETIR 1430 – 30 de novembro de 2017

“Então, falou Jesus às multidões e aos Seus discípulos: Na cadeira de Moisés se assentaram os escribas e fariseus. Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mateus 23:1-3).

É mais fácil falar do que praticar. Todo pai sabe disso; todo marido e mulher, todo pastor, todo chefe. Mas praticar é o ponto principal. Praticar é tudo. Ainda assim, eu preferiria apenas falar.

E assim procediam os fariseus. Muitas de suas ideias eram bastante úteis e verdadeiras, mas eles deixavam de viver o espírito de sua religião. Guardavam as leis e praticavam as devoções religiosas externamente, embora demasiadas vezes lhes faltasse profundidade interior.

Esse era o problema da oração mencionada em Mateus 6:5. Eles oravam não somente porque desejavam falar com Deus, mas também porque queriam que os outros pensassem que eles eram homens de oração.

O ponto importante para nós hoje é que algumas vezes agimos com a mesma motivação dos fariseus do passado. Algumas vezes também oramos para efeitos externos. Também somos por vezes tentados a ter a reputação de uma pessoa que ora divinamente bem ou que é profundamente “espiritual”. Jesus, no Sermão do Monte, diz que a fonte dessa ambição não é Deus. Ao orarmos, não devemos concentrar nosso interesse em nós mesmos ou em nossa reputação, mas nAquele a quem oramos. Podemos não estar orando ostentosamente nas esquinas das ruas, nem fazendo tocar trombeta diante de nós para que todos saibam que estamos orando, mas algumas vezes permitimos que saibam que estamos cansados (ou refeitos, conforme o caso) porque levantamos às 3:00 da madrugada para orar fervorosamente a Deus. Essa tática é sutil, mas não é secreta.

Outros caem na armadilha da oração farisaica nas orações públicas das manhãs de sábado. Eles gostam que os outros comentem como foi “bela” a sua oração. Tudo o que realmente conta, seja em público ou em particular, é a oração sincera. É mais importante que as orações sejam comoventes do que belas. É absolutamente decisivo que o ponto focal delas seja Deus.

Senhor, hoje, como no passado com Teus discípulos, nosso coração clama: “Ensina-nos a orar”.


-> Música: Iveline, “De joelhos”
-> Locução: Amilton Menezes


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