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Dia de fazer o bem


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TEMPO DE REFLETIR – 12 de dezembro de 2013

Sucedeu que, em outro sábado, entrou Ele na sinagoga e ensinava. Ora, achava-se ali um homem cuja mão direita estava ressequida. Lucas 6:6

“Os escribas e fariseus observavam-No, procurando ver se Ele faria uma cura no sábado, a fim de acharem de que O acusar. Mas Ele, conhecendo-­lhes os pensamentos, disse ao homem da mão ressequida: Levanta-te e vem para o meio; e ele, levantando-se, permaneceu de pé. Então, disse Jesus a eles: Que vos parece? É lícito, no sábado, fazer o bem ou o mal? Salvar a vida ou deixá-la perecer?” (Lc 6:7-9). […] Cristo resolveu a questão que Ele mesmo levantou. Declarou ser lícito realizar uma obra de misericórdia e necessidade. “É lícito”, Ele disse, “nos sábados, fazer o bem” (Mt 12:12). […]

Diversas vezes, os mestres haviam declarado ao povo, e de fato era uma de suas máximas, que deixar de fazer o bem, quando se tinha oportunidade, era o mesmo que fazer o mal. Abster-se de salvar a vida, quando estava em seu alcance assim fazê-lo, era tornar-se culpado de assassinato. […] Estavam-Lhe caçando a vida com amargo ódio, ao passo que Ele salvava a vida e trazia felicidade às multidões. Seria melhor matar no sábado, como estavam planejando, do que curar o aflito, como Ele havia feito? Seria mais justo ter o homicídio no coração, durante o santo dia de Deus, do que revelar amor para com todas as pessoas – amor que se exprime em atos de misericórdia? […]

Os líderes discutiram entre si o que fariam para se livrar desse destemido advogado da justiça, cujas palavras e obras estavam afastando o povo dos mestres de Israel. Apesar da influência contrária que exerciam, eles declararam: “Eis aí vai o mundo após Ele” (Jo 12:19). Pensavam, porém, que o poder e a popularidade conduziriam as coisas conforme desejavam, e aconselharam-se para definir como fariam para destruí-Lo.

Vemos a mesma coisa acontecer hoje. Aqueles que transgridem a lei de Deus, anulando os mandamentos divinos por meio de suas tradições, perseguem com reprovações e acusações os servos que Deus enviou com uma mensagem para corrigir suas iniquidades. Determinam-se a removê-los, a fim de silenciar a voz deles para sempre, em vez de abandonar os pecados que incitaram a repreensão de Deus (Review and Herald, 10 de agosto de 1897).

[ Leia estas e outras mensagens anteriores em http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/medmat/2013/frmd2013.html ]

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-> Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.
-> Música: Arautos do Rei, “Presente de Deus”
-> Narração: Amilton Menezes

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