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Crescendo em unidade


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15-unidade

TEMPO DE REFLETIR 166 – 15 de junho de 2014

“Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo nAquele que é a cabeça, Cristo.” Efésios 4:15

O capítulo 4 da carta aos Efésios começa falando da unidade que deve existir na igreja. Unidade não quer dizer uniformidade. Cada membro tem o direito de pensar de um modo diferente, mas os que são controlados pelo Espírito sabem quando a maneira individual de encarar um assunto está atentando contra a unidade da igreja. Geralmente aquele que ao expor suas ideias começa a perder a paciência, deixa de defender ideias e passa a defender-se a si próprio.

O verso de hoje encontra-se quase no resumo final do tema da unidade. O verso fala de nosso crescimento em Cristo, “Aquele que é a cabeça”. Não pode existir unidade na igreja, sem existirem membros maduros e equilibrados. Maturidade e equilíbrio são características próprias daqueles que por sua comunhão com Cristo são cada dia mais semelhantes a Ele.

“Como a flor se volve para o Sol, para que os seus brilhantes raios a ajudem a desenvolver a beleza e simetria, assim devemos nos volver para o Sol da Justiça, a fim de que a luz do Céu incida sobre nós e nosso caráter seja desenvolvido à semelhança de Cristo… Foi assim que os primeiros discípulos alcançaram a semelhança com o amado Salvador. Quando ouviram as palavras de Jesus, sentiram a necessidade que tinham dEle. Buscaram-nO, acharam-nO, seguiram-nO. Estavam com Ele em casa, à mesa, no aposento particular, no campo… Esses discípulos eram homens sujeitos ‘às mesmas paixões que nós.’ Tinham de travar contra o pecado a mesma luta que nós. Necessitavam da mesma graça para viver vida santa.” – Caminho a Cristo, págs. 68, 72 e 73.

E se os discípulos conseguiram, a promessa pode cumprir-se também em nós, você não acha?

Os discípulos eram vítimas do egoísmo e do orgulho. Enquanto estavam ao lado de Jesus, o caráter do Mestre refletia-se na vida deles. Mas, quando se afastavam da única fonte de seu poder, eram possuídos por um sentimento de desunião e brigas pelos cargos que eles consideram importantes. Por isso, o fato de saber que eles “eram homens sujeitos às mesmas paixões que nós”, porém tornaram-se vitoriosos em Jesus, é inspirador e nos dá a certeza de que à medida em que vivermos uma vida de comunhão permanente com Cristo, veremos também o caráter maravilhoso do Mestre refletido em nossa vida.

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-> Autoria: Pr. Alejandro Bullon
-> Música: Fernando Iglesias, “”Minha permissão”
-> Narração: Amilton Menezes

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