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Confrontação e cura


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TEMPO DE REFLETIR 1416 – 16 de novembro de 2017

“A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira” (Provérbios 15:1).

A arte de confrontar, e que ninguém inveja, de ir falar com o outro e dizer que ele não fez o que era correto, é uma habilidade rara. Há pessoas que, por natureza, gostam de confrontar. Dizem que se há um problema, temos que resolver logo. Mas no mínimo o que se pede nesses casos é que a comunicação seja feita corretamente e não no calor da emoção. Temos que pedir a Deus as palavras certas e que Ele nos ajude a expressar-nos de tal maneira que levemos cura à pessoa. E quanta sabedoria e cuidado devemos ter para que o corte do “bisturi” traga cura e não dano! E não apenas isso, a confrontação deve ser um momento de liberdade e crescimento, e não um momento de acertar e consertar as coisas.

Deus sabe perfeitamente quando é o melhor tempo para corrigir alguém. Vemos isso em Seu trato com Davi, depois do seu caso com Bate-Seba. Sabendo da situação na qual se encontrava Davi, Ele enviou Natã para visitá-lo.

Confrontar um amigo é uma coisa. Confrontar um liderado é diferente da confrontação de um superior. Mas confrontar o rei, não é tarefa que você faz sem perder várias noites de sono, antes e depois. Depois de marcar uma audiência com Davi, Natã começou sua conversa num tom amistoso. Ele usou uma parábola como preparação: “Majestade, é apenas uma questão civil e eu gostaria de ouvir o seu veredito. Dois homens, um rico e um pobre, moravam na mesma cidade. O que era rico tinha muitas ovelhas, e o que era pobre tinha apenas uma cordeira de estimação. Um dia, o homem rico recebeu um viajante com sua comitiva. Na hora de preparar a refeição, em lugar de pegar uma ovelha do seu rebanho, ele pegou a única cordeira que o pobre tinha. Eu gostaria, majestade, de ouvir o seu veredito sobre o assunto” (ver 2Sm 12:1-4).

E Davi, num ímpeto de raiva, disse: “O homem que fez isso merece a morte!” (v. 5). Sem esperar nenhuma palavra mais, Natã respondeu: “Você é esse homem!” (v. 7).

Não podemos controlar a reação da outra pessoa, nem o que ela vai sentir ou pensar. Podemos mostrar a verdade, e levar conosco uma atitude de afeição, mas é o Espírito Santo que vai mudar o coração da pessoa.

No caso de Davi, a confrontação foi proveitosa. Ele não se defendeu nem tentou explicar seu erro. Aceitou a repreensão, e aí começou sua recuperação.

É sábio seguir o conselho bíblico: “Falando a verdade com espírito de amor, cresçamos em tudo até alcançarmos a altura espiritual de Cristo” (Ef 4:15, NTLH).


-> Música: Grupo Harmuss, “Sentir, falar e viver”
-> Locução: Amilton Menezes


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