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Carta de alforria


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29-05 TDR 880

TEMPO DE REFLETIR 880 – 29 de maio de 2016

“O Espírito do Senhor Deus está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas novas aos quebrantados, enviou-Me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apregoar o ano aceitável do Senhor” (Isaías 61:1-2).

Certo sábado, Jesus entrou numa sinagoga e, abrindo o livro do profeta Isaías, leu essas palavras. Ele, na verdade, estava dizendo aos ouvintes que aquela seria a Sua agenda ministerial neste mundo, a qual foi cumprida em todos os detalhes.

Um dos itens da agenda era proclamar libertação aos cativos do pecado. Com a queda de Adão e Eva, tornamo-nos escravos de Satanás, mas Jesus, na “plenitude do tempo”, veio ao mundo e abriu uma porta para que pudéssemos escapar do cativeiro do mal (Ef 1:10).

Jesus pagou um preço muito alto para nos resgatar. Ele praticou o maior ato de empatia do Universo. O apóstolo Paulo definiu, com muita precisão, o que está em Isaías 53, a respeito do Messias: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou com usurpação o ser igual a Deus; antes, a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz” (Fp 2:5-8).

Humberto de Campos escreveu o seguinte a respeito de um gesto magnânimo de D.  Pedro II:

“Eu uma de suas audiências dos sábados, em que atendia a toda gente, recebeu D. Pedro II, no Paço da Boa Vista, um velho escravo, que se queixava dos maus tratos de que era vítima.

– Ah, meu Senhor grande – lamentava-se o mísero -, como é duro ser escravo!

O imperador encarou-o, comovido:

– Tem paciência, filho – tranquilizou-o. – Eu também sou escravo… das minhas obrigações, e elas são muito pesadas! As tuas desgraças vão minorar. – E mandou alforriar o escravo.

Jesus, em certo sentido, tornou-Se escravo do dever estabelecido pelo amor divino: tirar nossas algemas e declarar-nos perdoados.


-> Música: Naielly Leite, “Sangue, o preço do perdão”
-> Locução: Amilton Menezes

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