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Assim como Deus


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TEMPO DE REFLETIR 1520 – 28 de fevereiro de 2018

“Então, o seu senhor, chamando-o lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste; não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti? E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida. Assim também Meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão” (Mateus 18:32-35).

A parábola de Mateus 18:21-35 foi elaborada com base na quinta petição da Oração do Senhor (que devemos perdoar os outros na mesma proporção que Deus nos perdoa) e na pergunta de Pedro em Mateus 18:21 a respeito da extensão do perdão.

À semelhança da maioria das parábolas de Jesus, essa é um modelo de simplicidade. Estrutura-se em torno de três personagens principais: o rei (Deus), um servo a quem se perdoa uma quantia altíssima (você e eu) e um servo (nosso próximo) que deve ao primeiro servo (você e eu) uma soma relativamente insignificante.

A parábola também apresenta três cenas rápidas. Na cena 1, o primeiro servo encontra-se na sala de audiência do rei, onde recebe o perdão pela grande dívida. Observe como suas súplicas por perdão são lastimosas e sinceras. Note como ele está desesperado. Tenho estado nessa posição. Você também. Que onda de alegria nos inunda quando somos finalmente perdoados! Como é grande nossa vontade de louvar a Deus!

A cena 2 mostra o servo recentemente perdoado saindo para a rua, onde encontra um vizinho que lhe deve uma quantia comparativamente pequena. A parábola nos dá uma representação exata dos apelos lastimosos, sinceros e desesperados do primeiro servo. Mas a misericórdia não é passada adiante. Ao contrário, o primeiro servo clama por justiça.

Ele obtém justiça, mas não da maneira como esperava. Na cena 3, o servo incompassivo é lançado na prisão (inferno) até que pague sua dívida impossível.

Moral da história: Precisamos demonstrar tanto espírito de perdão aos outros quanto Deus tem demonstrado por nós (verso 33). Precisamos aprender como perdoar os outros de coração.

Isso exige graça, graça transformadora e graça capacitadora.


-> Música: Eclair, “Será que há perdão para mim?”
-> Locução: Amilton Menezes


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