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TEMPO DE REFLETIR 294 – 21 de outubro de 2014

“Tão certo como vive o Senhor, não lhe há de cair no chão um só cabelo da cabeça! Pois foi com Deus que fez isso hoje. Assim o povo salvou a Jônatas, para que não morresse” (1Sm 14:45).

Esse foi um mau tempo para Israel. Os filisteus dominavam a região. Como poderia o povo de Deus se defender quanto os filisteus tinham o monopólio sobre a forja do ferro? A única ferramenta que eles possuíam era uma lima. Mesmo para amolar os arados no início da estação eram obrigados a viajar para a Filístia.

Nessa triste servidão entrou em cena Jônatas, filho de Saul. Com o seu escudeiro ele escalou as penhas de Bozez e Sené e desbaratou os filisteus. Saul enviou o exército em perseguição do inimigo, ansioso por não desperdiçar nenhuma luz do dia.
Fez um voto insensato: Qualquer que provasse alimento antes do anoitecer morreria. Com tal voto procurou assegurar-se da orientação divina.

Então Saul desejou a palavra de Deus no próximo passo a dar. Deus não respondeu. Que havia de errado? O rei procurou razões externas para o silêncio divino em vez de busca-las em sua própria experiência. Primeiro censurou o povo por comer carne do despojo. Tentou expiar isto fazendo o povo matar seu próprio gado.

Na investigação que se seguiu reportou-se que Jônatas havia mergulhado a ponta de sua lança em uma colmeia de abelhas e sorvido o mel. Pensando que isto deixara o Senhor zangado, Saul votou executar seu filho. Mas o povo interveio. Protegeram o moço.

Que lição podemos extrair de uma história como esta? O valor de Jônatas nos atrai. Ele infligiu a primeira grande derrota sobre os inimigos de Israel, que conduziu alguns anos depois à grande paz dos reinados de Davi e Salomão. Deus teve Sua participação na vitória de Jônatas. E Saul, encerrado em vãs preocupações, não pôde ver a Deus em operação.

Jônatas poderia ter morrido naquele dia e Saul ainda não teria nenhuma palavra do Senhor. Contudo, se Saul tivesse dado ouvidos ao profeta e sua mensagem teria tido a orientação divina. Tentando forçar ao Senhor não somente arriscou a vida de seu filho, mas o futuro da Causa de Deus. O povo sabia melhor. Estavam contentes com a vitória do dia e viam nela uma prova da presença divina entre eles. Naquela vitória liam o futuro que Deus planejara.

“Ponha a confiança em Deus. Ore muito, e creia” (Testimonies, vol. 7, p. 245).

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-> Autoria: Walter Scragg
-> Música: Rafaela Pinho, “Aprender a confiar”
-> Narração: Amilton Menezes

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