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Amigos quebra-tetos


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TEMPO DE REFLETIR 536 – 20 de junho de 2015

“Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus” (Lucas 5:18).

Ele pensava: “Quando eu tiver um corpo sadio, vou andar, correr e trabalhar. Quem sabe, vou me casar e brincar com meus filhos.” No entanto, até ali sua contribuição para a sociedade tinha sido zero. O que ele tinha era apenas uma maca de 2×1 e alguns amigos que lhe contavam as histórias que corriam sobre Jesus. A ideia deles era: “Nosso amigo tem que conhecer Jesus. Ele precisa de um milagre e mudança de vida. Temos que levar os dois a se encontrar.”

John Ortberg, no livro Somos Todos Normais?, chama esse grupo de quatro amigos de “Fraternidade da Maca”. Se não fosse esse grupo, o paralítico teria continuado no chão, sem poder demonstrar todo o seu potencial.

Às vezes, temos que dar um empurrão ou levar nossos amigos quase à força para fazer aquilo que é para o bem deles. A ideia desse grupo de amigos, então, era simplesmente levá-lo até Jesus.

Naquele dia, Jesus estava ensinando na casa de Pedro (cf. Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 267). A sala da casa estava cheia. Havia gente de pé, na janela e ao redor da casa. O que fazer com o homem que estava sendo levado na maca?

Os quatro amigos não eram o tipo de gente que desanima facilmente diante de um obstáculo. Não disseram: “Ihh… Tem muita gente. Não vai dar. Não vamos conseguir. Vamos tentar outra hora.” Nem disseram: “Vamos deixar o pessoal ir embora e depois com calma a gente faz tudo.” Você sabe como é. Alguns inventam desculpas para não participar, mas eles tomaram iniciativa de fazer o que fizeram naquele momento. Deixaram de lado a formalidade de entrar pela porta da frente, se esqueceram de que Jesus era o Rabi e quebraram o teto. Formaram o “grupo dos quebra-tetos” e desceram o amigo até a presença de Jesus.

Como seria bom se houvesse em colégios, comunidades e igrejas grupos de pessoas que se unissem para ajudar a quem precisa! Ajudar um estudante a pagar os estudos; ajudar um desempregado a conseguir emprego; doar uma cadeira de rodas para alguém; realizar melhorias num departamento da igreja ou o que quer que se configure como uma necessidade.

Não importa como os chamemos: “quebra-tetos”, “demolidores de telhados” ou “fraternidade da maca”, o mais importante e gostoso mesmo é reunir amigos e fazer alguma coisa.


Ficha Técnica:
-> Texto: José Maria Barbosa
-> Música: Grupo Cristal, “Estenda a mão”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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