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TEMPO DE REFLETIR 1908 – 23 de março de 2019

“Mas o que, para mim, era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo” (Filipenses 3:7).

O Dr. Albert Schweitzer, ao falar a um grupo de jovens na Inglaterra, disse: “Não sei qual será o vosso futuro, mas uma coisa eu sei: dentre vós os únicos que serão verdadeiramente felizes, são os que houverem buscado e encontrado a melhor maneira de servir”.

A Bíblia conta a história de muitos homens e mulheres abnegados, que deram a vida por uma causa superior. E Paulo, na galeria das pessoas abnegadas, tem um lugar de honra. Sua capacidade de renúncia foi extraordinária. Antes de sua conversão, era um homem badalado pelos líderes de sua nação. “Era considerado pelos rabinos como um jovem altamente promissor, e grandes esperanças eram acariciadas com respeito a ele como capaz e zeloso defensor da antiga fé. Sua elevação a membro do Sinédrio colocou-o numa posição de poder” (Atos dos Apóstolos, p. 112).

Um futuro brilhante aguardava o jovem Saulo. A mão divina, entretanto, mostrou-lhe um caminho diferente, um caminho sem glórias terrenas, uma carreira marcada pela ausência de elogios e tapinhas nos ombros, uma senda de sacrifícios e renúncias sem conta. Convertido à fé cristã, abandonou os sonhos humanos para exaltar Aquele que o encontrara na estrada de Damasco. A visão celestial ofuscou a visão terrestre, e assim pode ele entender o significado da vida. Viu que o homem é tanto mais livre quanto maior a sua capacidade de renúncia. Ele renunciou a todas as vantagens temporais porque tinha um duplo dever a cumprir: andar na senda do bem e pregar o evangelho.

Sob o busto de Roberto Lee, no Salão da Fama, em Nova Iorque, está escrito o seguinte: “Dever, portanto, é a mais sublime palavra de nossa língua. Cumpre o teu dever em tudo. Não podes fazer mais. Não deves nunca fazer menos”.

Se o apóstolo vivesse hoje, renunciaria ao caminho fácil do trabalho displicente; renunciaria à tendência de acomodar-se a certas situações para obter vantagens; renunciaria ao desejo de lucro; recusaria o louvor humano. “Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Fp 1:21). “Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1Co 9:27).

A utilidade de uma pessoa é proporcional a seu espírito de renúncia.


-> Narração: Amilton Menezes


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