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A vida é uma sentença de morte


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TEMPO DE REFLETIR 1532 – 12 de março de 2018

“Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. … O mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (I João 2:15-17.).

Não importa o quanto você esteja satisfeito com sua vida atual, as coisas podem piorar. Pense nisto. Vamos dizer que você possua uma bela casa numa ilha que é um paraíso tropical, situada de frente para a arrebentação, com um belo riacho de águas claras, com uma cascata imediatamente à sua esquerda. Tudo ao redor são palmeiras, gramado, arbustos floridos e abundância de pássaros, borboletas e flores.

É o Céu na Terra, não é mesmo? Não exatamente. Embora a cena pareça perfeita no momento, o futuro trará algum dia invalidez, acidente fatal ou doença para um dos habitantes desse paraíso terrestre. O Céu na Terra mais cedo ou mais tarde desmorona. Nenhum de nós é imortal. A vida é uma sentença de morte. Desde o dia em que nascemos cada um de nós está sujeito à morte. A questão não é se morreremos, mas quando.

Essa é a verdade que Jesus está tentando nos ensinar em Mateus 6:19-21. Portanto, Ele nos adverte contra os prazeres que se desgastam com o tempo, como se fossem uma peça de roupa. A roupa mais bela do mundo, ainda que sem a contribuição das traças, com o tempo se desintegra. Todos os prazeres terrenos acabam se esgotando. E para que esses prazeres continuem a nos trazer satisfação, precisamos de doses cada vez maiores para obtenção do mesmo efeito. Tolas são as pessoas que põem sua esperança em coisas destinadas a oferecer retornos cada vez menores.

Jesus também nos adverte contra os prazeres que podem ser corroídos como o ferro borrifado pela água salina do mar ou como o cereal no caminho de roedores saqueadores. Existem certos prazeres que perdem sua atração à medida que as pessoas envelhecem. Jesus sugere que devemos depositar nossa confiança em coisas que o tempo é incapaz de desgastar.

Jesus adverte ainda contra as coisas que podem ser roubadas, mesmo por algo impessoal como uma quebra na bolsa de valores.

A verdadeira felicidade é resultado de depositarmos nossa confiança no que é eterno. Em que tenho depositado minha confiança?


-> Música: José Barbalho, “Um sonhador”
-> Locução: Amilton Menezes


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