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TEMPO DE REFLETIR 538 – 22 de junho de 2015

“Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou (Gênesis 1:27, NVI).

Não pretendo saber em que formato e modelo Deus criou os seres dos outros mundos habitados através do Universo. O que fica claro pelas Escrituras é que Deus criou Adão e Eva como seres únicos, com um propósito vital. Seu plano exigia a criação de mães que podiam ter filhos – em particular um Filho, “o Unigênito” de Deus (Jo 3:16). Sem uma mãe criada à imagem de Deus, o Filho de Deus não poderia ter nascido em nosso mundo.

Após a criação de Adão e Eva e seu trágico mergulho no pecado, Deus prometeu enviar Seu Filho a este mundo. Ele nasceria de uma mãe feita à imagem de Deus (Gn 3:15). O Criador moldou Adão e Eva à Sua imagem, e ambos revelavam características dEle. Hoje vamos considerar o traço de uma mãe que exibe a mais vital característica de Deus para nós como seres humanos – Ele nos amou a ponto de vir a este mundo como homem, um ser humano, a fim de morrer em nosso lugar.

Uma tocante história do amor de uma mãe por seu filho demonstra a característica vital de um Deus de amor. Os nazistas levaram a família Rosenberg – pai, mãe, avós e os filhos David e Jacob – para um campo de extermínio. Enquanto pudessem trabalhar, viveriam; mas quando não mais tivessem condições de trabalhar, seriam asfixiados pelo gás e jogados num forno. Os Rosenberg sabiam que o próximo a perecer seria seu filho caçula e deficiente físico, David.

Quando o papai Rosenberg retornou do trabalho certo dia, procurou em vão sua esposa e filhos pelo barracão abarrotado. Finalmente localizou Jacob, o filho mais velho, encurvado e chorando. Diante da pergunta sobre o paradeiro da mãe e do irmão dele, Jacob explicou aos soluços: “Quando vieram pegar David, ele chorou e mamãe disse: ‘Não fique com medo, David; eu vou com você.’ E ela foi com ele para a câmara de gás.”

Como a mãe não poderia morrer em lugar do filho, ela pereceu com ele. Mas Jesus morreu, sim, em nosso lugar, e por meio dEle o Pai também morreu conosco. Tanto o Pai quanto o Filho estiveram na cruz. Eles sofreram uma morte vivificante por nós – por você e por mim! Essa é a boa notícia acerca do mistério divino revelado no Calvário.


Ficha Técnica:
-> Texto: Daniel R. Guild
-> Música: Suelen Maia, “Soube que amavas”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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