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A profundidade do pecado


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TEMPO DE REFLETIR 293 – 20 de outubro de 2014

“Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto” (Rm 7:14 e 15).

O filósofo grego Platão não era cristão, mas observava atentamente a atividade humana. Platão comparou o eu interior das pessoas a alguém cuja tarefa era conduzir dois cavalos. Um cavalo era manso e obediente às rédeas e às palavras de ordem, mas o outro era selvagem, indomável e rebelde. O primeiro cavalo se chamava razão, enquanto o segundo se chamava obsessão.

Conquanto a maneira como Platão classificou o problema possa não estar totalmente correta do ponto de vista bíblico, sua análise do problema humano está bem próxima da de Paulo, e ilustra muito bem a luta que enfrentamos dentro de nós mesmos na vida diária.

Até mesmos cristãos convertidos têm de lidar com os resíduos do pecado em sua vida. Podemos ter novo coração e nova mente, mas os velhos modos de pensar e agir estão escondidos debaixo da superfície, prontos a saltar para for a e assumir o controle. Por isso, como diz Paulo, precisamos morrer dia após dia (I Co 15:31). Ou como escreveu Frank Belden, um adventista compositor de hinos: “O eu é pior do que um gato com sete vidas, e precisa ser destruído por meio da Palavra diariamente”. A santificação progressiva é verdadeiramente uma obra da vida inteira.

A raiz do problema humano é a obstinação da natureza pecaminosa. Quando me uni à igreja, achei que todos que ali estavam desejavam sempre fazer as coisas certas. Fiquei extremamente desapontado. Descobri que alguns pensavam estar sempre fazendo a coisa certa; mas eram tão semelhantes aos escribas e fariseus, que fiquei imaginando se eles já haviam se deparado com a primeira parte das bem-aventuranças. Sua arrogância espiritual simplesmente fazia com que criticassem os outros.

É importante que, como cristãos, compreendamos a profundidade do problema do pecado em nossa vida. Só então entenderemos nossa necessidade da generosa graça de Deus para perdão e para verdadeiramente guardarmos Sua lei.

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-> Autoria: George R. Knight
-> Música: Suelen Maia, “Soube que me amavas”
-> Narração: Amilton Menezes

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