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A mansidão suprema


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TEMPO DE REFLETIR 560 – 14 de julho de 2015

“Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mateus 11:29).

As vidas de Moisés, Davi e Paulo são úteis, mas é o exemplo de Jesus que tem extrema importância para os cristãos. A vida de Cristo foi o exemplo por excelência de mansidão. Vemos isso em todos os lugares dos Evangelhos. Percebemos isso em Sua reação com as pessoas, especialmente quando Ele sofreu perseguição, desprezo e escárnio. “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”, Ele foi capaz de dizer aos que O crucificaram. Sendo Deus, Jesus tinha poder para vingar-Se daqueles que zombavam dEle enquanto morria. Mas Ele preferiu não fazê-lo. Ele preferiu morrer até mesmo por aqueles que estavam maldosamente usando e abusando dEle.

Ao mesmo tempo que a mansidão de Jesus é vista em relação a outras pessoas, ela é até mais evidente em Sua submissão ao Pai. Contemple-O no Getsêmani, onde Ele teve finalmente que ficar face a face com a crise da cruz. Três vezes ele orou para permanecer submisso à vontade de Seu Pai. Embora fosse um Homem destemido e de grande firmeza de caráter, Jesus foi submisso a Deus. Sua mansidão estava evidente em tudo que fazia e dizia.

Filipenses 2:5-8 é especialmente útil na compreensão da mansidão de Jesus, quando Paulo nos diz para seguir o exemplo de “Cristo Jesus, pois Ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-Se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a Si mesmo Se humilhou, tornando-Se obediente até à morte e morte de cruz”.

Esta passagem proporciona a cada um de nós um exemplo incrível para seguirmos em nossa vida diária. Jesus era Deus, contudo consentiu em viver a vida terrena, não como um rei que merecia respeito, mas como Alguém que tinha a missão de servir os outros.

Isto, meus amigos, é a essência do cristianismo. Deus deseja libertar-nos do orgulho e autossuficiência, para que possamos nos tornar Seus servos e servos de nossos semelhantes.


Ficha Técnica:

-> Texto: George R. Knight
-> Música: Sonete, “Jesus, Tu és a minha vida”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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