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A justiça de Deus


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13-justica

TEMPO DE REFLETIR 256 – 13 de setembro de 2014

“Não fará justiça o Juiz de toda a Terra?” (Gênesis 18:25)

Houvera algumas insurreições populares contra Pilatos, governador da Judéia, e para restabelecer a ordem na província ele permitira que seus soldados invadissem o Templo e matassem peregrinos galileus que estavam oferecendo sacrifícios a Deus.

Os judeus falaram dessa calamidade a Jesus, não pelo senso de piedade e simpatia, mas pela profunda satisfação de que “isso não aconteceu para mim — portanto sou melhor e mais favorecido do que as pessoas que sofreram esse infortúnio.” Jesus sabia disso, e disse: “Pensais que isso aconteceu porque eles eram mais pecadores do que os demais dentre vós?” E acrescentou: “Não eram, Eu vo-lo afirmo: mas, se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.”

Jesus não despreza a justiça de Deus. Com efeito, é algo muito importante reconhecer a justiça e o juízo de Deus, bem como Sua misericórdia. Consideremos o aspecto da justiça do caráter de Deus.

Sabemos que chegará o tempo em que a misericórdia deixará de pleitear, e será aplicada a justiça. A Bíblia descreve certas ocasiões no passado em que Deus “não poupou” coisa alguma, porque Sua justiça não podia mais permitir que as condições continuassem como eram. Uma dessas ocasiões é relatada em Gênesis 18. Abraão, “o amigo de Deus”, estava debatendo com Ele o destino de Sodoma. Deve ter tido profunda comunhão com um Deus complacente para fazê-lo dessa maneira.

Ele perguntou: “Destruirás o justo com o ímpio? Se houver, porventura, cinquenta justos na cidade, destruirás ainda assim, e não pouparás o lugar por amor dos cinquenta justos que nela se encontram?” Apelou para a justiça de Deus, acrescentando: “Longe de Ti o fazeres tal coisa, matares o justo com o ímpio… Não fará justiça o Juiz de toda a Terra?”

Deus foi paciente com esse homem que procurava dizer ao Criador o que devia ser feito, pois respondeu: “Se Eu achar em Sodoma cinquenta justos dentro da cidade, pouparei a cidade toda por amor deles.”

Então Abraão ficou apreensivo. E se não houvesse cinquenta? Continuou, portanto, a pleitear por números cada vez mais baixos: quarenta e cinco, quarenta, trinta, vinte e, finalmente, dez. E o Senhor replicou: “Não a destruirei por amor dos dez.” Você conhece a parte restante do relato. Deus viu que a iniquidade e a rebelião não poderiam passar de certo ponto, pois Ele é um Deus de justiça. Não havia nem mesmo dez pessoas justas, e Sodoma teve de ser destruída. Mas o pequeno punhado de justos foi poupado.

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-> Autoria: Morris Venden
-> Música: Júnia Mesquita, “Ele é fiel”
-> Narração: Amilton Menezes

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