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A ira do dragão


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ENCONTRO COM AS PROFECIAS 244

Estamos estudando um dos mais importantes capítulos do livro do Apocalipse, o de número 12. Na primeira parte vimos Satanás atacando o filho da mulher. Jesus foi alvo do mais puro ódio do Dragão (Apocalipse 12:1-5). Na segunda parte, o ataque foi dirigido à igreja de Deus, que sempre foi perseguida, mas nunca perseguiu uma pessoa sequer (Apocalipse 12:6). Na terceira parte são apresentadas as características da igreja de Deus (12:13-17). Povo este que foi perseguido por 1260 anos, buscando nesse período abrigo nas cavernas, montanhas e nos lugares mais remotos da terra. Está profetizado que mesmo perseguida, a igreja sobreviveria e teria um remanescente nos últimos dias da história de nosso velho mundo.

A terceira parte do capítulo doze mostra todo o ódio de Satanás ou do dragão contra o povo de Deus nos últimos dias. Outro detalhe é o cuidado que Deus tomou em identificar claramente Sua igreja. Ela tem características bem definidas. Veja:

“Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes de sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus; e se pôs em pé sobre a areia do mar” (Apocalipse 12:17).

Essas duas características aparecem novamente em Apocalipse 14:12. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.”

Deus sempre foi claro e preciso com as coisas que são importantes para os filhos dEle. Ele diz com todas as letras que Sua Igreja tem duas características: a fé em Jesus e a crença na validade dos mandamentos, tal como a Bíblia ensina.

Ao longo da história Deus sempre teve os Seus filhos que, mesmo correndo o risco de serem mortos, O obedeceram.

João viu o surgimento, no final do mundo, de um povo que defenderia a Jesus e os mandamentos bíblicos. Deus sempre teve e terá até o último dia um povo que defenda a pessoa de Cristo como o único que é capaz de salvar e interceder pelo ser humano diante de Deus.

Essas duas características são manifestadas desde os primeiros dias em que a história começou a ser contada. “Lá no jardim do Éden, Adão e Eva eram a igreja de Deus. Eles eram Seus filhos, Seu povo. Mas o inimigo estava ali para destruir o povo de Deus e apresentou-se disfarçado de serpente, tentando desvirtuar os dois pontos básicos do relacionamento com o Criador: adoração e obediência. ‘Se comeres da árvore’ – disse a serpente – sereis como Deus. Você não precisa de Deus, pode ser o seu próprio Deus. Não tem por que obedecer” (O Terceiro Milênio e as Profecias do Apocalipse. 1ª ed. 1998, p. 53).

Adão e Eva fracassaram. Por um minuto de curiosidade eles lançaram toda a humanidade num mundo que nem eles conheciam. Após o trágico momento de desobediência houve o arrependimento do casal, mas já era tarde demais. O ato de rebelião já havia sido praticado e as conseqüências seriam inevitáveis.

Eles tiveram dois filhos, que receberam o nome de Caim e Abel. Deus pediu um sacrifício de um cordeiro como símbolo de Jesus, o cordeiro de Deus que um dia tiraria o pecado do mundo. Abel obedeceu. Levou seu cordeiro e o matou expressando sua fé no Salvador prometido. Caim desobedeceu. Ao invés de levar um cordeiro como Deus havia orientado, levou o fruto da terra. Levou os melhores frutos que a terra tinha produzido. O que ele quis dizer com esse gesto?

Em primeiro lugar estava desobedecendo a uma ordem que Deus havia dado, e em segundo lugar, estava colocando como objeto de adoração não o Criador, mas o fruto de seu trabalho.
Podemos assegurar que a partir daí surge a igreja que tinha a característica de obedecer aos mandamentos de Deus, representada por Abel, e a igreja inimiga e perseguidora do povo de Deus, representada por Caim.

Os dias se passaram e logo o mundo estava divido em dois grupos distintos. “Vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gênesis 6:2).

Assim foi também nos dias de Noé, no tempo de Abraão e com o próprio povo de Israel. Infelizmente os israelitas rejeitaram o Messias, preferindo aceitar o imperador romano como rei. Dos poucos que ficaram ao lado de Jesus, Ele organizou a igreja dEle.

A igreja cristã em nossos dias corre o mesmo perigo. Ela não será a igreja de Deus só porque Jesus a estabeleceu no início de sua história. Só será a Igreja de Deus à medida que adore unicamente ao Deus verdadeiro, na pessoa de Jesus Cristo, e obedeça à Sua Palavra.

Por isso a profecia afirma que no final da história da humanidade a igreja de Deus seria identificada por duas características: a primeira é crer em Jesus e a segunda é guardar os mandamentos de Deus.

Amigo ouvinte, a igreja que você freqüenta tem essas duas características. Crê em Jesus e tem fé nEle como Salvador pessoal e guarda os mandamentos que Ele deixou, conforme Êxodo 20?

Creia no Senhor Deus para ficar seguro. Creia nos profetas dEle para prosperar.

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