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A evidência da graça


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TEMPO DE REFLETIR – 21 de novembro de 2012

Este, ali chegando e vendo a graça de Deus, ficou alegre e os animou a permanecerem fiéis ao Senhor, de todo o coração. Atos 11:23

Durante os primeiros anos da igreja cristã, os apóstolos e outros seguidores, que eram todos judeus, pregaram as boas-novas somente ao seu povo. Ainda não tinham se dado conta de que Jesus tinha vindo para salvar o mundo, não apenas os filhos de Israel ao redor dele.

Foi preciso uma visão do Senhor para abrir os olhos de Pedro. Somente depois disso é que ele se dispôs a aceitar a verdade de que não deveria chamar nenhum homem de impuro ou imundo (At 10:28). Mesmo assim, a porta da salvação se abriu aos poucos para os gentios. Em Atos 11, no entanto, lemos a respeito de um grande movimento nesse sentido, ocasião em que “alguns deles, todavia, cipriotas e cireneus, foram a Antioquia e começaram a falar também aos gregos, contando-lhes as boas-novas a respeito do Senhor Jesus” (v. 20). Muitas pessoas creram na mensagem e se voltaram para o Senhor.

Antioquia (na Síria, em contraste com a Antioquia localizada no extremo ocidente da Pisídia) rapidamente se tornou um importante centro para os “seguidores do Caminho”, como os cristãos eram chamados na época. A igreja, sediada em Jerusalém, ouviu as notícias e decidiu enviar o amado Barnabé para ver o que estava acontecendo. Chegando ali, ele logo notou a evidência da “graça de Deus” (v. 22), alegrou-se e animou os novos fiéis a permanecerem firmes no Senhor.

Qual foi a evidência da graça que Barnabé viu e fez com que se alegrasse? Certamente, a transformação de vidas pelo poder do evangelho. Sempre que a graça encontra morada no coração, ela transforma completamente o ser. Quem sabe vagarosa e imperceptivelmente, mas, no fim, homens e mulheres se tornam novas pessoas; nascem de novo. “Cristo deu a vida a fim de tornar possível ao homem ser restaurado à imagem de Deus. É o poder de Sua oração que une os homens na obediência da verdade” (Ellen G. White, Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes, p. 249).

Que alegria é observar a evidência da graça na vida de outros! Já pude observá-la na Índia; já pude observá-la em sociedades desenvolvidas. Creio piamente na habilidade das pessoas de mudar, a despeito do que são e das circunstâncias em que se encontram. Com júbilo observo a evidência da graça nas pessoas que conheço e amo profundamente. Observo-as se tornarem pessoas generosas e atenciosas, preocupadas com o próximo, e sei que essa é uma evidência da graça em ação.

Será que eu demonstro em minha vida a evidência da graça?

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-> Texto: William G. Johnsson, do devocional 2012 “Jesus a preciosa graça”, da Casa Publicadora Brasileira.  http://www.cpb.com.br
-> Música: Nivea Soares, “Tudo o que eu preciso
-> Narração: Amilton Menezes

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