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A cruz não foi um acidente


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TEMPO DE REFLETIR 663 – 25 de outubro de 2015

“Foi da vontade do Senhor esmaga-Lo” (Isaías 53:10).

A morte de Jesus não foi o resultado de um engenheiro cósmico em pânico. A cruz não foi uma surpresa trágica. O Calvário não foi uma reação automática a um mundo que se afundava rumo à destruição. Não foi um remendo ou uma medida paliativa. A morte do Filho de Deus foi qualquer coisa, menos um perigo inesperado.

Não, ela foi parte de um plano. Foi uma escolha calculada. “Foi da vontade do Senhor esmaga-Lo”. A cruz foi esboçada no plano original. Foi incluída no roteiro. No momento em que o fruto proibido tocou os lábios de Eva, a sombra de uma cruz apareceu no horizonte. E entre aquele momento e o momento em que o homem com a marreta pressionou o cravo contra o pulso de Deus, um plano mestre se cumpriu.

O que isso significa? Significa que Jesus planejou o próprio sacrifício.

Significa que Jesus plantou intencionalmente a árvore da qual Sua cruz seria esculpida.

Significa que Ele intencionalmente colocou o minério de ferro no coração da terra do qual os cravos seriam fundidos.

E também significa que Ele não precisava fazer isso – e fez.

Ore comigo: “Senhor Jesus, no momento em que o pecado entrou neste mundo, já planejavas morrer em nosso lugar. Tu planejaste cada passo da jornada, do jardim do Éden até o jardim do Getsêmani. Tu planejaste cada detalhe, do rio Jaboque até o rio Jordão. E fizeste tudo isso por mim”.


Ficha Técnica:
-> Texto: Max Lucado
-> Música: Leonardo Gonçalves, “Getsêmani”
-> Locução e edição: Amilton Menezes
-> Finalização: Isa Vasconcelos

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