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Como o pequeno é pequeno?


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TEMPO DE REFLETIR 1380 – 11 de outubro de 2017

“Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Isaías 49:16).

Nestas palavras Deus envia uma resposta para a queixa do antigo Israel: “O Senhor me desamparou, o Senhor se esqueceu de mim” (verso 14). Em resposta o Senhor diz: Tomei um martelo e um cinzel e gravei o teu nome na carne das Minhas mãos.

O sentimento de pena de nós mesmos, porque alguém que imaginávamos devesse se preocupar conosco nos esqueceu, perturba-nos com muita frequência. Em face da negligência e isolamento Deus Se apresenta como o Deus que cuida, o Deus que conhece a todos, pessoal e individualmente.

Segundos os sociólogos a síndrome dos “perdidos na multidão” contribui para o crime, males sociais e uma porção de distúrbios de personalidade. Muitos “pequenos eus” estão perdidos nos mais de sete bilhões de pessoas na Terra. Mesmo hoje você pode sentir-se demasiado insignificante para ser notado. Pode Deus realmente nos contar de maneira tão pessoal que não perca de vista os cabelos de nossa cabeça? Sim, afirma Ele.

Edward Wolf, engenheiro de uma universidade americana assevera que pode gravar ou desenhar um bilhão de anjos dançando na cabeça de um alfinete. Outro cientista diz que ele pode escrever toda a Enciclopédia Britânica em um selo postal. Outro sugere que se o cérebro humano atingisse todo o seu potencial, a totalidade do conhecimento humano poderia ser armazenada em um crânio.

A esta altura certamente devemos parar de preocupar-nos sobre como Deus observa atentamente a cada um de nós, e nossos feitos individuais. Deus não somente conhece, mas guarda registro. É humanamente possível fazer isto, embora com grande despesa e esforço. Deus o faz com facilidade.

Portanto você pode imediatamente começar a falar com Deus acerca de todas as coisas que lhe interessam, o que você tem feito, o que lhe tem acontecido, o que você espera fazer. As coisas boas, as más, as tristes e as alegres – conte-Lhe sobre elas.

O fluir da informação para Ele é completo e contínuo. Seu reconhecimento de que Ele sabe, seu partilhar com Ele afasta-lo-á dos sentimentos de isolação e de insignificância.

Mais uma coisa. No Calvário o cinzel e o martelo do nosso pecado e rebelião gravaram nossa culpa, nossa necessidade na carne viva de Jesus. Ele carregou o seu pecado que se identificava contra seu nome. Não é de admirar que o Céu demande conhecer cada gesto seu, cada reação. Ele pagou o preço do resgate do seu pecado. Pede sua confiança, seu amor.

“Cada alma é tão perfeitamente conhecida a Jesus, como se fora ela a única por quem o Salvador houvesse morrido” (O Desejado de Todas as Nações, p. 464).


-> Música: Rogério Reis, “Incomum”

-> Locução: Amilton Menezes


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